O jornalista Wellyngton Sampaio, titular deste portal de notícias, tem recebido nos últimos dias denúncias de integrantes da Guarda Municipal de Grajaú sobre problemas estruturais e administrativos que comprometem o funcionamento da corporação e a segurança pública no município.

Entre as principais queixas está a falta de armamento institucional em serviço. Segundo os relatos, armas e munições adquiridas pela gestão municipal há cerca de um ano permanecem sob fiscalização da Polícia Federal e ainda não foram disponibilizadas aos agentes.
“Estamos indo para a rua sem o mínimo de estrutura. Muitos colegas usam arma própria para trabalhar porque o armamento institucional não foi entregue pela gestão do Gilson Guerreiro. Se houver uma fiscalização, quem vai responder somos nós, não a gestão”, afirmou um dos guardas que não quis se identificar com medo de represália.
Os agentes alertam para o risco de sanções em eventual fiscalização federal, incluindo a possibilidade de suspensão do porte de arma, o que pode comprometer diretamente a atuação da Guarda Municipal em Grajaú.
Outro ponto citado nas denúncias é a situação da frota. As viaturas estariam em condições precárias, com problemas mecânicos recorrentes e sem oferecer segurança adequada para o patrulhamento diário.
A categoria também denuncia o descumprimento do Plano de Cargos, Carreiras e Salários. O PCCS, aprovado em 2014, não teve reajustes nem promoções implementadas desde então, apesar das previsões legais.
Diante do cenário, os integrantes da Guarda Municipal cobram providências do prefeito Gilson Guerreiro e acompanhamento do Ministério Público, responsável pela fiscalização da corporação. A categoria defende medidas imediatas para garantir condições adequadas de trabalho e preservar a segurança da população grajauense.















