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O vice-prefeito de Grajaú e secretário municipal de Saúde, Luís Fernando, publicou um vídeo nas redes sociais para rebater rumores sobre uma possível saída do cargo. As especulações circulavam nos bastidores políticos do município. Veja o vídeo no final da reportagem.
Na gravação, ele reafirma compromisso com a gestão do prefeito Dr. Gilson Guerreiro e com a equipe da Secretaria de Saúde. “Estou passando para reafirmar o meu compromisso com o Dr. Gilson Guerreiro, com todo o grupo da Prefeitura e com todos os colaboradores da Secretaria Municipal de Saúde. Estou aqui reafirmando que ainda sou secretário de Saúde”, declarou.
Luís Fernando também destacou que segue à frente das ações da pasta e defendeu o trabalho realizado pela equipe. “Estou aqui para dar continuidade ao belíssimo trabalho que não somente eu, mas toda a equipe da saúde está fazendo por Grajaú”, completou.
O posicionamento ocorre após publicações apontarem uma suposta insatisfação do secretário, que poderia deixar o cargo por falta de condições e autonomia de trabalho: informação negada por ele.
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As empresas Gesso Original e Alana Fundição divulgaram nota de pesar pelo falecimento de Lucas Oliveira Santos. A mensagem foi publicada nas redes sociais.
No comunicado, as empresas prestaram solidariedade à família e aos amigos. “Neste momento de dor, expressamos nossos mais sinceros sentimentos”, diz um trecho.
A publicação gerou repercussão e recebeu mensagens de condolências de colaboradores e amigos.
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A Prefeitura de Grajaú divulgou uma nota oficial informando que o pagamento dos salários dos servidores públicos municipais foi realizado após um atraso pontual. Segundo o comunicado, a gestão atribui o ocorrido a “questões técnicas” e ao feriado bancário.
Na nota, a administração municipal afirma que “nunca houve atraso salarial” e que, tradicionalmente, os pagamentos são feitos de forma antecipada, até o dia 30 de cada mês. No entanto, excepcionalmente neste período, o repasse ocorreu após essa data.
O comunicado também destaca que todos os servidores recebem no mesmo dia, sem distinção entre concursados, comissionados e contratados, reforçando o compromisso com a igualdade no pagamento.
Por fim, a gestão municipal reiterou que segue atuando com “seriedade, transparência e responsabilidade”, reafirmando o compromisso com os servidores e com a população.
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A Polícia Militar prendeu na manhã deste domingo (3) um homem suspeito de chamar a própria irmã de “sapatão”. A prisão ocorreu no Jardim Tulipas, em Jundiaí.

A PM foi acionada via 190 para atendimento de uma ocorrência de violência doméstica. De acordo com a PM, ao chegarem no local, o homem disse ter se desentendido com a irmã e agrediu com dois socos. A vítima, por sua vez, relatou aos militares que além da agressão física, o irmão a xingou e a chamou de “sapatão”.
De acordo com a PM, os envolvidos não apresentavam lesões aparentemente, porém por se tratar de crime de ação pública incondicionada a representação, ambos os envolvidos foram levados para a delegacia.
A autoridade policial ouviu as partes e decidiu por manter o homem preso, à disposição da Justiça.
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Um crime violento registrado na noite da última sexta-feira (1º) chocou moradores de Sucupira do Norte, no Maranhão. Uma mulher de 42 anos foi morta a facadas por volta das 23h40, em um trecho da Avenida Luís Gonzaga Carneiro.

A vítima, Iris Dalva Martins Barreto Gomes, estava com outras pessoas quando foi surpreendida pelo agressor e atacada. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Após a ação, o suspeito, identificado como Eduardo Sousa Azevedo, de 29 anos, deixou a cena do crime.
Algumas horas depois, o homem foi localizado sem vida no quintal de uma residência situada na Rua Newton Bello. Informações preliminares indicam que ele e a vítima já tiveram um relacionamento e viveram juntos fora do estado. Após o término, o suspeito teria passado a ameaçar a ex-companheira.
A Polícia Civil do Maranhão investiga o caso para esclarecer a motivação e todas as circunstâncias do ocorrido.
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Durante entrevista à mídia digital, o advogado Dr. Mendes abordou um tema de grande relevância social: Os Direitos da População Afro-brasileira e a legislação que assegura igualdade e combate ao preconceito racial no Brasil. Na entrevista, o advogado ressaltou que os direitos da população afrodescendente estão garantidos principalmente pela Constituição Federal do Brasil de 1988, que estabelece princípios fundamentais como a dignidade da pessoa humana, a cidadania e a igualdade entre todos os brasileiros.
Segundo ele, entre os principais Direitos assegurados estão o Direito à igualdade, à não discriminação, à saúde, à educação, à liberdade religiosa, à assistência social e à preservação da cultura. Esses direitos devem ser garantidos por todas as esferas do poder público — União, estados e municípios — em conjunto com a sociedade civil e instituições de defesa dos direitos humanos.
Garantias na Constituição
Dr. Mendes destacou que diversos dispositivos constitucionais tratam da proteção dos direitos da população afro-brasileira. Entre eles estão:
Artigo 1º, que estabelece a dignidade da pessoa humana e a cidadania como fundamentos da República;
Artigo 3º, que define como objetivo da República a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, sem preconceitos de origem, raça ou cor;
Artigo 5º, que assegura a igualdade de todos perante a lei e garante a liberdade de consciência e de crença;
Artigos 215 e 216, que tratam da proteção e valorização das manifestações culturais no país.
O advogado também citou o Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, que reconhece o direito à propriedade definitiva das terras ocupadas por comunidades remanescentes de quilombos.
Leis que reforçam a igualdade racial
Além da Constituição, diversas leis brasileiras reforçam a garantia de direitos e a promoção da igualdade racial no Pais. Entre elas, Dr. Mendes destacou:
Lei nº 7.716/1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou cor;
Lei nº 10.639/2003 e Lei nº 11.645/2008, que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas;
Lei nº 12.288/2010, que institui o Estatuto da Igualdade Racial;
Lei nº 9.982/2000, que garante assistência religiosa em instituições civis e militares de internação coletiva;
Lei nº 14.532/2023, que equipara a injúria racial ao crime de racismo;
Lei nº 14.759/2023, que institui o Dia Nacional das Tradições das Raízes de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé.
De acordo com o advogado, essas normas representam importantes instrumentos jurídicos para combater a discriminação e promover o respeito à diversidade cultural e religiosa no país.
Conscientização e aplicação das leis
Durante a entrevista, Dr. Mendes destacou ainda que, embora o Brasil possua uma legislação avançada sobre igualdade racial, é fundamental que haja a conscientização e participação da sociedade para que esses direitos sejam efetivamente aplicados. Ele reforçou que a informação é uma das principais ferramentas para fortalecer a cidadania e combater o racismo.
O advogado também lembrou que o Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, em homenagem a Zumbi dos Palmares e à luta da população negra contra a escravidão e oracismo no Brasil é um momento importante para reflexão sobre a história, a cultura e os direitos da população negra no país. Segundo ele, a valorização da diversidade e o respeito às diferenças são fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Para saber mais sobre o tema, acompanhe o conteúdo completo nas redes sociais do Dr. Mendes e entre em contato pelo: Instagram: @adv.mendescodo.ma.







