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Na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (10), o deputado estadual Ricardo Arruda (MDB) reagiu com contundência à decisão da Câmara Municipal de Grajaú que rejeitou as contas do ex-prefeito Mercial Arruda, mesmo com parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA). Para o parlamentar, a votação representa um ato de “perseguição, ingratidão e truculência” articulado pelo prefeito Gilson Bomfim.
Segundo o parlamentar, a decisão dos vereadores não teve base técnica nem respeito ao Regimento Interno da Câmara, mas foi resultado direto de “pressão política, ameaças e intimidação” praticadas pelo gestor municipal para manipular o resultado.
Em seu discurso, Ricardo Arruda afirmou que o prefeito Gilson Bomfim perdeu, ao longo da gestão, todas as máscaras que o sustentavam politicamente, como a de homem honesto, a de líder religioso equilibrado e a de gestor comprometido com o diálogo. Para o deputado, o comportamento autoritário, perseguidor e intimidatório de Gilson se revela em perseguições políticas, ameaças de demissão e pressão direta sobre servidores e vereadores.
Ricardo reforçou que, apesar da manobra política, Mercial permanece elegível, já que não possui condenações nem qualquer ato de improbidade. Para o parlamentar, Gilson teme enfrentar nas urnas um ex-prefeito ficha limpa, querido e com legado sólido. “O prefeito Mercial é amado e tem amigos. Gilson é temido. E sabe que sua casa vai cair, seja pelas mãos do povo, seja pela Justiça”, afirmou Ricardo Arruda.
Ele também agradeceu aos vereadores Pedim do Remanso, Flávio Henrique e ao presidente da Câmara, Elielson do Caboco Mamede, por manterem a dignidade e seguirem o parecer técnico, mesmo sob forte pressão.
Encerrando seu pronunciamento, o deputado afirmou que nenhuma manobra política impedirá o julgamento das urnas.
“Em 2028, o povo de Grajaú saberá reconhecer quem é honesto e quem traiu seu próprio grupo. Saberá julgar quem trabalha com seriedade e quem age com perseguição e ameaças”, garantiu Ricardo Arruda.
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A decisão da Câmara Municipal de Grajaú de rejeitar as contas do ex-prefeito Mercial Arruda gerou forte reação nesta quarta-feira (10) e abriu uma crise no cenário político do município e do estado. A votação, que pode deixar Mercial inelegível, repercutiu imediatamente na Assembleia Legislativa, onde parlamentares saíram em defesa do ex-gestor e criticaram o atual prefeito, Gilson Guerreiro.
O debate ganhou intensidade após o discurso do deputado Ricardo Arruda, filho de Mercial. Ele acusou o prefeito de articular, junto a vereadores aliados, a rejeição das contas do ex-prefeito. Para Ricardo, Gilson teria rompido com o grupo que lhe garantiu apoio na eleição, classificando a atitude como uma traição política.
Ricardo afirmou que o pai foi responsável por construir a base que levou Gilson ao comando do município, e que a articulação para reprovar as contas teve como objetivo impedir o retorno de Mercial à disputa eleitoral. Segundo ele, o gesto foi “imperdoável”.
A fala do deputado estadual Dr. Yglésio ampliou o clima de tensão. Ao comentar o episódio na tribuna, ele chamou o prefeito de “safado” e “traidor”, alinhando-se às críticas feitas por Ricardo. Yglésio afirmou ainda acreditar que Mercial pode voltar a disputar a prefeitura, apesar do episódio envolvendo a votação.
A ruptura evidencia um racha no grupo político que dominava a dinâmica eleitoral de Grajaú. A repercussão da decisão e das declarações deverá elevar o clima de instabilidade na política local nos próximos dias.
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O governo Lula estuda aumentar tarifas de importação para carros e aço em 2026.
O plano atende a dois objetivos que hoje caminham juntos: (i) proteger a indústria nacional da enxurrada de produtos importados, especialmente da China e (ii) levantar cerca de R$ 14 bilhões para fechar as contas do ano que vem.
Por que isso importa: Se aprovada, a medida tende a aumentar o preço dos carros, assim como o de produtos que dependem do aço — como o setor de construção civil.
O contexto
Desde que Trump subiu tarifas contra a China, parte da produção chinesa migrou para outros mercados — incluindo o Brasil. Como resultado:
Importações de aço devem crescer +30% em 2025, enquanto a produção local tem caído;
62% dos carros importados no Brasil já são chineses. Montadoras pressionam o governo para recompor a tarifa a 35%, alegando concorrência desleal com carros asiáticos.
No fim do dia, Lula percebeu a oportunidade de um combo: proteger empresas brasileiras dessa avalanche de produtos importados + resolver o fiscal, provavelmente a principal questão econômica do seu governo hoje.
O pano de fundo
Com o governo podendo fechar o ano com um déficit de R$ 70 bilhões, Lula tenta reverter o cenário para 2026. A meta é um superávit de 0,25% do PIB (R$ 34 bi), mas para isso o presidente vai precisar tirar dinheiro de algum lugar — e parece estar considerando aumentar imposto como solução.
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Na sessão ordinária desta terça-feira (10), o vice-presidente da Câmara Municipal, vereador Rodrigo Figueiredo, destacou o crescimento do esporte em Codó, impulsionado pelos investimentos e incentivos da gestão do prefeito Chiquinho FC.
Rodrigo ressaltou o sucesso recente da Copa de Bairros, competição que mobilizou centenas de atletas, e o início do Copão da Pegada, torneio que tem atraído grande público e demonstrado organização e envolvimento das comunidades.
“O esporte amador vive um novo momento em Codó. Os torneios estão bem estruturados, o público participa e o incentivo do governo municipal tem feito a diferença”, afirmou o vereador.
O edil também celebrou o evento de fisiculturismo realizado na Escola Estevam Ângelo, considerado inédito pela dimensão e pelo número de atletas locais e de outros estados. Para Rodrigo, iniciativas como essas fortalecem o esporte, movimentam a economia e ampliam o turismo interno. “Cada evento atrai visitantes, gera renda e valoriza nossos atletas. Codó está no caminho certo ao apoiar modalidades diversas”, destacou.
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Um ataque a tiros deixou um homem e uma mulher mortos no fim da noite desta segunda-feira (8) na Avenida Brasil, altura do viaduto Oscar Brito, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. O casal estava dentro de um carro acompanhado de um bebê, que foi atingido por dois disparos na perna e permanece em estado gravíssimo.
Equipes da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal encontraram o veículo parado no canteiro central, sentido Santa Cruz. O carro estava completamente perfurado por tiros.
O bebê foi socorrido e levado para um hospital da região, onde segue internado. As imagens que circulam nas redes sociais mostram o veículo com dezenas de marcas de disparos, reforçando a violência do ataque.
A vítima do sexo masculino foi identificada como Yuri Garcez Honorato. A mulher ainda não teve a identidade confirmada. Os dois corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), no Centro do Rio.
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu o caso e investiga a motivação do crime, além de buscar identificar os autores dos disparos.
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A Polícia Civil do Maranhão realizou, entre os dias 24 e 28 de novembro, uma operação nos municípios de Timon e Caxias para combater práticas de furto e fraude no consumo de energia elétrica. A ação foi coordenada pelo Departamento de Defesa de Serviços Delegados (DDSD/SEIC) e mobilizou equipes especializadas para identificar irregularidades em unidades consumidoras das duas cidades.
Durante os cinco dias de operação, foram registrados 12 casos, sendo 9 em Timon e 3 em Caxias, dos quais 5 resultaram em flagrante. As equipes identificaram que boa parte das irregularidades ocorria diretamente nos equipamentos de medição, incluindo o uso de aparelhos que avariavam os medidores, impedindo o registro correto do consumo real de energia.
As autuações foram realizadas em residências e estabelecimentos comerciais de grande porte, todos em áreas urbanas. O objetivo foi encerrar adulterações de medidores, desvios de energia e outras fraudes que comprometem a qualidade do fornecimento e representam risco à segurança da população.
A Polícia Civil reforça que o furto e a fraude de energia elétrica, além de configurarem crime, podem causar danos ao sistema elétrico. Ligações irregulares e dispositivos clandestinos sobrecarregam a rede, podendo provocar interrupções no fornecimento, afetando serviços essenciais como hospitais e escolas, além de aumentar o risco de acidentes, incêndios e explosões.







