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Em vídeo publicado em suas redes sociais, o vereador Antônio Luz destacou a execução de uma obra que solucionou um problema antigo de alagamento causado pela água das chuvas na Rua São Francisco, no bairro São Francisco, em Codó. A ação foi realizada após articulação direta do parlamentar com o prefeito Chiquinho FC e atendeu a um pedido antigo das famílias da região.
No local, Antônio Luz acompanhou de perto o serviço de correção do sistema de escoamento das águas pluviais, que vinha causando transtornos recorrentes aos moradores, inclusive com risco estrutural a residências.
A obra representa mais segurança, dignidade e qualidade de vida para os moradores da Rua São Francisco, que agora passam a conviver com um sistema adequado de escoamento das águas das chuvas.
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O deputado federal Juscelino Filho (União Brasil/MA) assinou, na última terça-feira (9), em Brasília (DF), dois convênios que somam mais de R$ 6 milhões destinados à modernização dos aeroportos de Santa Inês e Bacabal.
Os investimentos serão executados em parceria entre os governos federal e estadual. Também participaram da assinatura os ministros Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e André Fufuca (Esportes), além do governador Carlos Brandão.
“Assinamos hoje dois convênios importantes para a aviação regional do Maranhão, que garantem recursos do governo federal para a modernização e adequação dos aeroportos de Bacabal e Santa Inês. Vamos seguir trabalhando para assegurar tudo o que for necessário para essas obras, que vão impulsionar ainda mais o desenvolvimento do nosso estado. São avanços importantes fruto de nossa atuação em Brasília. Agradeço ao presidente Lula e ao ministro Silvio Costa Filho por toda atenção com o nosso estado”, destacou Juscelino Filho.
Em Bacabal, cidade polo da região do Mearim, o Aeroporto Regional Carlos Veras receberá serviços de balizamento, sinalização e novos equipamentos que permitirão a operação noturna e de baixa visibilidade. “Serão R$ 5,5 milhões já garantidos para o projeto e para a execução de todas essas melhorias”, informou o parlamentar.
Já em Santa Inês, principal cidade da região do Pindaré, o Aeroporto Regional João Silva, atualmente embargado, passará por uma primeira etapa de intervenções.
“Esse aeroporto precisa de ações urgentes para voltar a funcionar. Já asseguramos R$ 1 milhão, que serão repassados pelo Ministério de Portos e Aeroportos ao governo do estado para a elaboração do projeto com todas as intervenções necessárias. E, para o ano que vem, já garantimos orçamento para iniciar as obras, essenciais para a região do Pindaré e para o nosso Maranhão”, explicou Juscelino.
O ministro Sílvio Costa Filho destacou a atuação decisiva de Juscelino Filho para viabilizar os investimentos federais na infraestrutura aeroportuária do Maranhão. “Parabenizo o deputado Juscelino Filho, que nos trouxe essas duas demandas importantes para as obras dos aeroportos de Bacabal e Santa Inês, estratégicos para o desenvolvimento do estado. Ele é um parlamentar atuante em defesa do Maranhão. Essas ações fortalecem o turismo de negócios e de lazer e serão fundamentais para a geração de emprego e renda”, afirmou o ministro.
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A crise sem precedentes dos Correios desencadeou um cenário de forte tensão entre os quase 80 mil funcionários da estatal. Sem acordo por reajuste salarial, com o tradicional “vale-peru” suspenso e temendo não receber o 13.º salário, empregados ameaçam deflagrar uma greve nacional já na próxima semana. A situação ocorre em meio a um rombo de R$ 6,1 bilhões acumulado até setembro e à dificuldade do governo em garantir um aporte emergencial ou viabilizar um empréstimo de R$ 20 bilhões para impedir o colapso financeiro da empresa.
Os trabalhadores reivindicam recomposição inflacionária e a manutenção do benefício de fim de ano — um bônus de R$ 2.500 por empregado, que custou R$ 200 milhões em 2024, mas não deverá ser pago em 2025. Eles afirmam que a crise não pode ser transferida à categoria.
Em reunião mediada pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) nesta quinta-feira (11), os Correios propuseram apenas estender o Acordo Coletivo de Trabalho até fevereiro de 2026, sem incluir reajuste salarial ou aumento no vale-refeição. A assembleia decisiva será realizada na terça-feira (16), quando a possibilidade de paralisação nacional será votada.
“O trabalhador não pode ser penalizado por administrações desastrosas que levaram os Correios a esse buraco”, afirmou Marcos Sant’aguida, presidente do Sintec-RJ.
Sem socorro imediato, 13º salário está ameaçado
O temor de não receber o 13.º salário elevou ainda mais o clima de apreensão. Segundo Roberval Borges Corrêa, presidente da ADCAP, sem um aporte emergencial de R$ 6 bilhões do Tesouro não há garantia de pagamento nem do 13.º, nem de outros compromissos básicos. O prazo final é 20 de dezembro.
“É uma situação inédita. O governo precisa assumir sua responsabilidade, pois é o único acionista e responsável pelo serviço postal universal”, disse Corrêa.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou que trabalha simultaneamente no aporte e no empréstimo com bancos, mas afastou a possibilidade de usar crédito extraordinário. Técnicos da pasta reconhecem, porém, que talvez não haja mais tempo para aprovar um aporte dentro das regras fiscais, tornando o empréstimo bilionário a única saída de curtíssimo prazo.
Impasse com bancos trava empréstimo
Mesmo com a garantia do Tesouro, cinco grandes bancos — Banco do Brasil, BTG Pactual, Citibank, ABC Brasil e Safra — pediram juros considerados abusivos: algo próximo a 136% do CDI, cerca de 20% ao ano. A proposta foi rejeitada pelo Tesouro. A Fazenda tentou então acionar a Caixa Econômica, mas a instituição teme o risco operacional dos Correios e ainda não avançou.
Diante do impasse, o governo publicou um decreto exigindo que estatais em situação crítica apresentem um plano completo de reestruturação como condição para receber garantias da União. O objetivo é convencer o mercado e destravar o crédito.
A primeira etapa do plano dos Correios — fechamento de agências e um Programa de Demissão Voluntária — foi considerada tímida por especialistas, que questionam a capacidade da empresa de se modernizar e competir com gigantes do e-commerce.
Estatal pode encolher drasticamente
A universalização do serviço postal, que custa quase R$ 5 bilhões ao ano, já não cabe no orçamento da estatal. Segundo a ADCAP, 80% das agências são deficitárias e só existem porque o Estado exige atendimento universal. Sem apoio financeiro, a rede pode sofrer cortes significativos.
“A gestão anterior foi perdulária e agravou problemas estruturais. A atual tenta reorganizar a empresa dentro de um modelo profissional”, disse Corrêa.
Os Correios afirmaram, em nota, que detalhes do plano de reestruturação serão divulgados em breve e que a operação de crédito ainda está em negociação.
Com risco de paralisação, possibilidade real de atrasos em pagamentos e um déficit sem precedentes, os Correios enfrentam simultaneamente:
- insatisfação crescente entre os funcionários;
- debilidade financeira profunda;
- resistência dos bancos para liberar crédito;
- pressão do governo para cumprir regras fiscais;
- necessidade de reestruturar toda a operação.
A decisão dos trabalhadores na próxima semana pode desencadear a maior crise trabalhista da história da estatal — justamente quando a empresa mais precisa manter operações para convencer o mercado e recuperar credibilidade.
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Durante agenda em que estiveram presentes o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) e o secretário Paulo Casé Fernandes (União Brasil), o governador Carlos Brandão (sem partido), fez questão de destacar a trajetória política do presidente estadual do União Brasil, que, segundo o governador, é considerado um dos melhores deputados federais do Maranhão.
Para surpresa de todos, o governador aproveitou o momento para destacar o caminho traçado pelo irmão de PL, Paulo Casé Fernandes, um dos melhores auxiliares de Brandão, e que tem repetido a fórmula política dos Fernandes, sempre ampliando as bases e aumentando o número de aliados.
Na avaliação de Brandão, uma das 42 vagas já tem dono, e não é segredo nem para o governador.
“São 42 vagas na Assembleia, mas uma delas acho que já é dele”, disse, ao afirmar o inicio de uma carreira política vitoriosa do filho do prefeito de Arame, Pedro Fernandes.
O reconhecimento público endossado pelo governador confirma a alta popularidade de Paulo Casé, apontado como um dos deputados estaduais que devem obter o maior número de votos na eleição do ano que vem.
com informações do Blog Maramais
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O vereador Leandro Magalhães ampliou as ações voltadas para a zona rural com a execução da extensão da rede de água no povoado São Félix. A medida assegura abastecimento regular e reforça a infraestrutura hídrica da comunidade, beneficiando diretamente dezenas de famílias.

A obra representa melhora imediata na qualidade de vida dos moradores, que passam a contar com mais segurança no acesso à água. Para Leandro Magalhães, a entrega reforça o compromisso assumido com quem vive nas áreas rurais e depende de ações práticas para superar desafios históricos.

O vereador destacou que continuará trabalhando para garantir melhorias essenciais em outros povoados. Segundo ele, o objetivo é atender demandas urgentes e fortalecer a dignidade das comunidades que mais precisam.
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Pacientes que usaram um medicamento para tratar a síndrome das pernas inquietas relataram que não foram alertados por médicos sobre efeitos colaterais graves, como comportamentos sexuais compulsivos e vício em jogos de azar. Os relatos vieram à tona após entrevistas concedidas à imprensa britânica por mulheres que afirmam ter tido a vida profundamente afetada após o uso do remédio.
O fármaco envolvido é o ropinirol, agonista de dopamina utilizado também em casos de Parkinson. Embora autoridades de saúde do Reino Unido já alertem oficialmente que o medicamento pode estar associado a jogos patológicos, compulsão por compras, alimentação excessiva e hipersexualidade, ao menos 20 mulheres disseram que não receberam esse tipo de orientação antes de iniciar o tratamento.
Uma paciente relatou ter saído de casa de madrugada em busca de relações sexuais impulsivas. Outra afirmou ter acumulado cerca de 80 mil libras em dívidas após desenvolver compulsão por apostas. Ambas só perceberam a ligação entre os comportamentos e o remédio anos depois – e os impulsos cessaram após a suspensão da medicação.
Relatórios internos da farmacêutica GSK indicam que a empresa já tinha conhecimento da ligação entre o remédio e comportamentos impulsivos desde 2003. Segundo a companhia, os órgãos reguladores foram informados na época, e os folhetos informativos passaram a mencionar alterações no comportamento sexual a partir de 2007.
A GSK afirma que o medicamento é seguro quando utilizado conforme prescrição e que os efeitos colaterais estão descritos nas bulas atuais. A empresa também declarou que compartilhou todas as informações relevantes com as autoridades sanitárias ao longo dos anos.







