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Na última segunda-feira (15), a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Codó, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), promoveu uma palestra especial com o tema “Venda, Inovação, Motivação e Marketing em Alta Performance”.
O evento reuniu empreendedores, comerciantes e profissionais de diversos segmentos, oferecendo estratégias e insights para impulsionar os negócios na cidade.

O presidente da CDL Codó, João dos Plásticos, destacou a importância da iniciativa. “Nosso objetivo é capacitar e motivar os empresários locais, para que eles possam aplicar novas ferramentas e conhecimentos em seus empreendimentos, fortalecendo o comércio de Codó e gerando mais oportunidades para todos.”
A parceria entre CDL e SEBRAE tem sido fundamental para levar capacitação e inovação ao comércio codoense, consolidando o setor como um dos motores de desenvolvimento econômico da região.
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A Câmara aprovou projeto que proíbe a violência de natureza religiosa como forma de violência psicológica contra a mulher. Isso garante proteção a vítimas de humilhações, ameaças e manipulações ligadas à fé. O texto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e pelo Senado antes de mudar a lei. A medida propõe mudanças na Lei Maria da Penha. Este conteúdo foi publicado nas redes sociais, através do blog do Alberto Barros, conforme o link: https://www.blogdoalbertobarros.com.br/lei-maria-da-penha-pode-incluir-violencia-religiosa/
A Constituição Federal assegura a liberdade de consciência e crença, permitindo que todos pratiquem ou não uma religião, conforme o inciso VI do artigo 5º da Constituição de 1988. O Brasil, como Estado laico, deve manter a neutralidade quanto às religiões, garantindo tratamento igualitário a todos, conforme o inciso I do artigo 19 ne nossa Constituição. Contudo, essa liberdade não pode justificar ações que atentem contra a dignidade, a saúde mental ou a autonomia de qualquer pessoa. Quando isso acontece com uma mulher, é violência religiosa e, portanto, pretendido como violência psicológica contra a mulher, no caso da proposta de lei.
A Lei Maria da Penha considera a violência psicológica decorrente da violência religiosa como passível de medidas protetivas, protegendo as mulheres contra abusos disfarçados de fé, conforme artigos 7 e 22 da Lei nº 11.340/2006.
Exemplo prático do dia a dia
Imagine uma jovem que decide seguir uma religião diferente de sua família, por discordar da confissão de fé dela. Seu pai fica muito bravo, começa a gritar com ela, dizendo que ela está errada e que vai se perder. Ele impede que ela vá às suas reuniões religiosas e até faz comentários maldosos para os vizinhos, tentando envergonhá-la. A menina se sente triste, com medo e sem liberdade de praticar a fé que escolheu. Essa situação é uma forma de violência, porque ela não pode confessar sua fé em paz e com respeito. O que você acha disso? Deixe seus comentários.
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A Gessosul, referência em soluções de gesso no Maranhão, estará presente na 23ª edição da Fecoimp – Feira do Comércio, Indústria e Serviços de Imperatriz, considerada a maior feira multissetorial do estado. O evento acontece de 17 a 20 de setembro de 2025, no Centro de Convenções de Imperatriz, e este ano traz como tema “O negócio é gente”, destacando o protagonismo das pessoas no desenvolvimento econômico.
Durante a feira, a empresa apresentará sua linha de produtos e soluções que unem qualidade, inovação e sustentabilidade, reforçando sua atuação como parceira estratégica no setor da construção civil e na cadeia produtiva do gesso maranhense.
A participação da Gessosul será uma oportunidade de aproximar clientes, parceiros e visitantes, além de abrir novos espaços para negócios.
Segundo Joeder de Oliveira, diretor de Assuntos Estratégicos, o objetivo é valorizar o setor e ampliar conexões: “A Fecoimp é um evento consolidado, que movimenta a economia e gera oportunidades. Estar presente significa mostrar a força do nosso segmento e fortalecer parcerias importantes para o futuro”.
Promovida pela Associação Comercial e Industrial de Imperatriz (ACII), a Fecoimp se tornou um dos eventos mais aguardados do calendário econômico do Maranhão, reunindo empresas de diferentes setores e consolidando-se como vitrine de negócios e inovação.
A Gessosul convida todos os visitantes a conhecerem seu estande e descobrirem de perto as soluções que têm contribuído para o desenvolvimento do setor gesseiro no estado.
Demora na entrega de documentos e péssimo atendimento no Cartório do 2º Ofício geram revolta em Codó
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O Cartório do 2º Ofício de Codó, localizado em frente ao Banco do Nordeste, tem sido alvo de diversas reclamações por parte da população devido à demora na entrega de documentos e falhas no atendimento.
Segundo relatos, pedidos que deveriam ser concluídos em até 30 dias chegam a demorar até três meses. Uma moradora contou que aguarda há 45 dias pela documentação solicitada, enquanto outro afirmou, ao programa Cidade Notícias da FC FM, nesta terça-feira (16), que espera há mais de 90 dias pelo serviço.
Além dos prazos descumpridos, usuários denunciam a limitação do atendimento por meio de fichas. Apenas 30 senhas são distribuídas por dia, o que, de acordo com um advogado ouvido pela reportagem, não deveria ocorrer. “Se chegar lá e já tiver esgotado as fichas, eles não atendem mais. O cartório deveria funcionar como um serviço público, igual a um banco”, criticou.
As reclamações também apontam episódios de confusão e discussões entre clientes e servidores por conta da demora na emissão de documentos simples. “A pessoa vai lá, paga, eles estipulam o prazo, mas nunca cumprem. Para conseguir atendimento, é preciso chegar antes mesmo da abertura do cartório”, relatou outra cliente.
A principal queixa envolve justamente a discrepância entre os prazos informados e a realidade enfrentada pelos usuários. “Eles dão prazo de 20 dias, mas o documento demora de dois a três meses para ficar pronto”, disse uma denunciante.
Moradores cobram providências urgentes para garantir mais eficiência, respeito aos prazos e atendimento digno no cartório.
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Depois de 26 dias desaparecido, Antônio foi localizado nesta semana na estrada rural, nas proximidades da mineradora Gipsita, do Grupo Gessosul, na região conhecida como Mina de Gesso, no povoado Sentado, em Codó.

Segundo informações da família, Antônio já se encontra em casa, no povoado Montevideu, onde reside com seus parentes. O reencontro trouxe alívio após semanas de preocupação e mobilização.
Os familiares agradeceram a todos que ajudaram compartilhando informações e se solidarizando durante o período em que ele esteve desaparecido. “A repercussão foi fundamental para conseguirmos localizar Antônio. Somos gratos a cada pessoa que se mobilizou conosco”, disseram em nota.
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O advogado Dr. Mendes concedeu entrevista à mídia digital nesta semana, trazendo uma reflexão aprofundada sobre o Direito ao Trabalho no Brasil. Segundo ele, trata-se de um direito social e fundamental, garantido pela Constituição Federal de 1988 e amparado por diversas legislações complementares.

Logo no início da explanação, Dr. Mendes fez questão de convidar a população a participar ativamente desse debate. “O direito ao trabalho no Brasil pertence a todos os brasileiros e brasileiras de acordo com a Constituição Federal. A partir dos 14 anos, é possível atuar como estagiário ou estagiária, e a partir dos 18 anos, com carteira assinada, exercer o direito a um trabalho digno e de qualidade.”
Responsabilidade compartilhada
Dr. Mendes destacou que assegurar condições dignas de trabalho não é apenas um dever moral, mas também legal. “O dever de manter as condições dignas de trabalho pertence às administrações públicas — estaduais, federais e municipais — bem como às empresas privadas. É obrigação oferecer um ambiente saudável, preservando a saúde mental, física e intelectual do trabalhador”, afirmou.
Ele ressaltou ainda o papel dos órgãos de controle na proteção dos direitos trabalhistas. “Cabe ao Ministério do Trabalho, ao Ministério Público do Trabalho, às entidades sindicais e às associações acompanhar e fiscalizar. O trabalho deve ser sempre prestado com dignidade, qualidade e segurança.”
A Constituição como base
Durante a entrevista, Dr. Mendes lembrou que os artigos da Constituição Federal estabelecem um verdadeiro alicerce para os direitos dos trabalhadores:
Artigo 1º – consagra a dignidade da pessoa humana e a valorização do trabalho.
Artigo 5º – assegura a igualdade de todos perante a lei, sem distinção.
Artigo 6º – reconhece o trabalho como um direito social.
Artigo 7º – lista direitos fundamentais, como férias remuneradas, salário mínimo, FGTS, seguro-desemprego, licença maternidade e paternidade, além da proteção contra acidentes.
Artigo 8º – garante a liberdade sindical e a defesa dos interesses coletivos.
Artigo 9º – assegura o direito de greve como forma legítima de reivindicação.
Artigo 22 – estabelece que cabe exclusivamente à União legislar sobre direito do trabalho.
“O artigo 7º é um dos mais ricos, pois trata diretamente da proteção do trabalhador em sua rotina. Ele garante desde férias até adicionais de insalubridade, noturno, periculosidade e tantas outras situações que fortalecem a dignidade do trabalhador.”, esclareceu
Leis complementares e evolução histórica
Dr. Mendes também fez um panorama histórico das principais leis trabalhistas, lembrando desde a criação da CLT em 1943, até legislações recentes. “A CLT é o marco regulatório das relações de trabalho no Brasil. De lá para cá, tivemos avanços importantes, como a gratificação natalina, o direito dos trabalhadores rurais, o FGTS, a PEC das Domésticas, a Reforma Trabalhista de 2017 e leis recentes que tratam de igualdade salarial, combate ao assédio e promoção da saúde mental no ambiente de trabalho.”
Para o jurista, a evolução legislativa acompanha a transformação social e econômica do país. “As leis refletem as mudanças da sociedade. Hoje falamos em igualdade de gênero, em combate à violência no ambiente de trabalho e em saúde mental — temas que décadas atrás não tinham tanta visibilidade.”
Tratados internacionais
Outro ponto abordado foi a relevância dos tratados internacionais assinados pelo Brasil. “O país é signatário de mais de 87 tratados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), além da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. Esses documentos foram incorporados à Constituição Federal de 1988, reforçando o compromisso do Brasil com a dignidade e a valorização do trabalhador.”
Trabalho digno como direito humano
Dr. Mendes concluiu a entrevista reforçando que o trabalho é mais que uma fonte de renda: é um pilar da dignidade humana. “O direito ao trabalho é um direito social e humano. Ele garante não apenas a subsistência, mas também a autoestima, a realização pessoal e a inclusão social. Cabe ao Estado e à iniciativa privada respeitarem os comandos constitucionais e promoverem condições justas para todos.”







