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Neste domingo (13), a Prefeitura de Codó deu início à programação comemorativa dos 129 anos de emancipação política do município com a distribuição de 1.000 cestas verdes para famílias assistidas pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). A ação foi realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar.

O evento aconteceu no Ginásio Poliesportivo Carlos Fernando, onde foram entregues cestas contendo diversos produtos hortifrutigranjeiros de qualidade. A iniciativa teve como objetivo promover a melhoria da alimentação durante o período da Semana Santa e assegurar o bem-estar dos cidadãos codoenses.
Estiveram presentes o prefeito Chiquinho FC (PT), autoridades políticas, além do deputado estadual Francisco Nagib (PSB) e sua esposa, Agnes Oliveira, que participaram ativamente da ação, reforçando o compromisso com as pautas sociais do município.

De acordo com a Secretaria Municipal de Agricultura, as cestas beneficiarão diretamente pessoas em situação de vulnerabilidade, com dificuldades na aquisição de alimentos.
“Estamos comprando os produtos do pequeno agricultor, garantindo renda para que ele permaneça no campo e, automaticamente, entregando alimentos saudáveis às famílias que mais precisam. Serão 1.000 famílias beneficiadas e mais de 200 agricultores contemplados com a compra dos alimentos”, destacou Pedro Belo, secretário municipal de Agricultura.
O prefeito Chiquinho FC (PT) ressaltou a importância da entrega das cestas e destacou o compromisso da gestão com a segurança alimentar no município.

“Estamos chegando à ponta e valorizando as pessoas que mais precisam com a entrega dessas cestas. O município deve prestar apoio à comunidade para que receba a devida assistência por meio de nossas ações”, afirmou o prefeito.
Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Codó
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Um casal foi preso em flagrante na última sexta-feira (11), em Jardinópolis, no interior de São Paulo, após manter o próprio filho, de seis anos, trancado no porta-malas de um carro e simular o sequestro da criança.
Mayara Maria dos Santos, de 28 anos, e Fabrício Henrique Bonetti, de 29, haviam registrado o desaparecimento do menino no dia anterior. Durante as buscas, a Polícia Militar localizou a criança dentro do veículo da família, estacionado em um bosque da cidade, na Rua Celso Ferrone.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), o menino foi resgatado e levado ao hospital pelo Conselho Tutelar para avaliação médica.
O caso foi registrado na Delegacia de Jardinópolis. Os pais foram indiciados por maus-tratos, sequestro e cárcere privado, além de submeter a criança a situação de vexame.
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No último 6 de abril de 2025, completou-se 55 anos da morte de Joanna da Rocha Santos, mais conhecida como Dona Noca — uma das figuras mais marcantes da história política do Maranhão e uma das mulheres primeiras a comandar um município no Brasil. Nascida em São João dos Patos, em 18 de dezembro de 1892, e falecida em Floriano, no Piauí, aos 77 anos, Dona Noca deixou um legado de coragem, pioneirismo e liderança que atravessa gerações.
Em 1934, em pleno cenário de conservadorismo político e social, ela se tornou a primeira mulher prefeita do Maranhão e a segunda do país. Nomeada chefe do executivo municipal de São João dos Patos, sua liderança se estendeu até 1951, período no qual se consolidou como uma força política e administrativa sem precedentes. Em 1954, foi eleita prefeita pelo voto direto, reafirmando seu prestígio e conexão com o povo, e governou até 1959.
Filiada ao Partido Social Democrático (PSD), Dona Noca não se limitou aos espaços convencionais da política: exerceu, com bravura, as funções de Promotora de Justiça, Juíza de Paz e Delegada. Sua casa, um casarão histórico localizado no centro de São João dos Patos, abrigava a Delegacia, a Prefeitura e o Tribunal local — símbolo da força e da centralidade de sua figura na administração do município. A sede do governo municipal permaneceu naquele imóvel até o início dos anos 2000.
Mas talvez o momento mais emblemático de sua trajetória tenha sido durante a Revolta das Oposições Aliadas, em 1950. Revoltada com a anulação dos votos do candidato Saturnino Bello nas eleições estaduais, Dona Noca liderou um levante de 12 mil homens do Sertão Maranhense rumo à capital, na tentativa de impedir a posse de Eugênio Barros. Sua ousadia ganhou destaque nacional: foi chamada de “fabulosa mulher do sertão maranhense” pela revista O Cruzeiro e “coronela do sertão” pela Revista do Globo.
Empresária forte, oriunda de uma família ligada ao comércio e à produção, Dona Noca sempre rompeu barreiras de gênero. Em uma época em que a política era dominada por homens, ela enfrentou o patriarcado com altivez, inteligência e determinação.

Da Rádio Sertão Web
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O especialista em captação de recursos e execução de projetos do terceiro setor, Marcelo Cenzala, tem se destacado pela atuação técnica na assessoria de projetos financiados pelo Fundo Amazônia. O BNDES, como gestor financeiro do fundo, é responsável pelo monitoramento das ações. Desde sua criação, o Fundo Amazônia já apoiou 111 projetos e desembolsou R$ 1,57 bilhão. A Noruega é historicamente a maior doadora, seguida da Alemanha, com R$ 1,12 bilhão. Veja o vídeo no final da matéria.
Um dos principais projetos em andamento está sendo executado em aldeias indígenas do Amazonas e visa capacitar 500 mulheres indígenas em gestão de empreendimentos sustentáveis. O objetivo é gerar renda por meio da economia criativa, promover autonomia econômica, garantir a participação feminina em espaços decisórios e conferências, além de fortalecer a elaboração e a gestão de projetos voltados à agricultura familiar.

Durante uma apresentação, Marcelo Cenzala destacou sua trajetória em ações voltadas às populações indígenas em diversos estados do Brasil. “Peço licença aos caciques presentes e aos mais velhos, em forma de respeito aos ancestrais, assim como saúdo os mais novos”, iniciou.
Em janeiro de 2024, a convite de Lyara Azevedo, ele assumiu a Coordenação Nacional de Mobilização e Articulação das Comunidades Tradicionais e Fomento à Cultura. Desde então, percorreu diversos estados mapeando associações e aldeias indígenas, quilombos, ribeirinhos, comunidades de matriz africana e artistas locais.
O trabalho está diretamente ligado à Lei Aldir Blanc, que foi transformada em Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), responsável pelo repasse de recursos federais a estados, municípios e ao Distrito Federal.
Segundo Marcelo, a maior dificuldade enfrentada pelas comunidades é o acesso à documentação necessária, como estatutos, atas de eleição, elaboração de projetos e portfólios. Para enfrentar esse desafio, ele e sua equipe prestam assessoria e já aprovaram centenas de projetos pelo país.

Marcelo também mantém parcerias duradouras com comunidades indígenas em estados como Rondônia, Tocantins, Mato Grosso, Pará e Maranhão. Por meio da aprovação de projetos, tem contribuído para o desenvolvimento local, gerando renda, fortalecendo a cultura, a ancestralidade e a educação.
Entre as ações já realizadas, destaca-se a implantação da primeira biblioteca comunitária na Associação Indígena Y’rykaw, localizada em Barra do Corda (MA), presidida por Cris Guajajara, com recursos diretos do Ministério da Cultura. Outros projetos também foram aprovados com apoio da Equatorial, da Lei Aldir Blanc, entre outros.
“Estamos vivendo um momento de reconstrução das políticas públicas, de preservação da memória e valorização dos saberes ancestrais indígenas. Essas iniciativas comprovadas e em execução em vários estados abriram portas. Me sinto honrado pelo reconhecimento do trabalho feito. Foco, determinação e compromisso são a soma da vitória. Estou aqui para fortalecer as ações do Fundo Amazônia, que visam promover e proteger os direitos dos povos indígenas, respeitando seus modos de vida e ancestralidade”, concluiu Marcelo.













