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Uma confusão envolvendo a Chiquinha de uma carreta animada viralizou nas redes sociais após uma briga registrada em Santa Cruz de Minas, na região Central de Minas Gerais, na noite do último domingo (6). A personagem foi agredida por uma passageira durante o passeio. No vídeo, é possível ver o momento em que a filha de Seu Madruga é atacada no meio da rua, enquanto Chaves e Quico tentam apartar a briga. [assista abaixo!]
A discussão teria começado após a mulher insistir em consumir bebida alcoólica dentro da carreta, contrariando as regras do passeio. Após ser orientada pelos funcionários a jogar a bebida fora e se recusar, a carreta parou para que a passageira descesse. Foi nesse momento que ela partiu para cima da Chiquinha na calçada.
A cena repercutiu na web, com internautas resgatando frases clássicas do seriado: “Vamos, Tesouro, não se misture com essa gentalha!”, “E agora, quem poderá me defender?” e “Seu Madruga não pagou o aluguel e quem sofre é a Chiquinha”, foram alguns dos comentários.
Apesar do susto, ninguém se feriu e o passeio seguiu normalmente com todos os personagens.
Veja a seguir:
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Durante a sessão desta terça-feira (8), o vereador Hermínio da Farmácia apresentou duas indicações à Secretaria Municipal de Infraestrutura, com o objetivo de ampliar a malha asfáltica em bairros centrais de Codó.
Por meio da Indicação nº 110/2025, Hermínio solicitou a pavimentação das ruas Rui Barbosa, Santa Filomena e Joaquim Nabuco, todas localizadas no Bairro Santa Filomena. “Nós temos essas três ruas somente sem asfaltamento no bairro, elas já possuem a rede de esgoto, são ruas do centro da cidade e existe um grande fluxo de pessoas”, justificou o parlamentar.
Já na Indicação nº 111/2025, o vereador pediu a pavimentação das ruas Francisco Alves Lisbino, Nazeu Quadros e adjacentes, situadas no Bairro São Sebastião, nas proximidades da Faculdade IPED. “As pessoas querem esse benefício, dado ao grande fluxo e às residências na região”, afirmou.
Ambas as proposições foram aprovadas por unanimidade pelos vereadores presentes na sessão e agora seguem para análise e execução por parte da Prefeitura de Codó.
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Um homem de 34 anos foi preso nesta segunda-feira (07), em uma região de difícil acesso na cidade de Feijó, no interior do Acre, suspeito de estuprar a própria filha de 15 anos.
Segundo as investigações policiais, ele praticava abusos sexuais e psicológicos contra a vítima desde que ela tinha 13 anos. Ela está grávida, supostamente do autor dos crimes.
PRISÃO
O suspeito é morador do Seringal 4J, área rural longínqua e de difícil acesso da cidade do interior. Para prendê-lo, a Polícia Civil de Feijó precisou de apoio da Polícia Militar (PM-AC), que se deslocou de barco, e de uma equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), integrado à Segurança Pública do Acre, que prestou suporte aéreo.
Após tomar conhecimento destes fatos, a Polícia Civil iniciou uma investigação criminal imediata, documentando informações suficientes para a representação da prisão preventiva do autor, acolhida de maneira célere pelo judiciário local, disse o delegado Dione dos Anjos, titular da delegacia de Feijó, que preside as investigações.
O suposto autor dos crimes segue preso e está à disposição da Justiça para as medidas cabíveis.
Do Meio News
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Durante a sessão desta terça-feira (8), o vereador Wanderson da Trizidela apresentou a Indicação Nº 89/2025, solicitando à Secretaria Municipal de Infraestrutura a recuperação da Rua Leônidas Melo, localizada no bairro São Vicente Pallotti. A proposta inclui a implantação de bloquetes e a construção de sarjeta na via.
Em sua justificativa, o parlamentar destacou a importância da rua para a mobilidade urbana na região. “É uma rua que tem um grande movimento e faz ligação com a Avenida Pantanal. Principalmente nos finais de semana, o fluxo é muito grande. Por isso, peço ao nosso prefeito que coloque a obra no cronograma do município para atender essa demanda dos moradores”, declarou.
A indicação foi aprovada por unanimidade na Câmara e agora segue para análise e execução da Prefeitura de Codó.
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Durante a sessão desta terça-feira (8), na Câmara Municipal de Codó, o vereador Araújo Neto apresentou duas importantes indicações voltadas à valorização da cultura codoense e à inclusão educacional.

A primeira indicação foi a reforma do antigo prédio da Promotoria de Justiça, localizado na Rua Afonso Pena, no Centro, para a criação do Shopping do Artesanato de Codó. A ideia, segundo o parlamentar, é oferecer um espaço fixo e digno para que artesãs e ambulantes do município possam comercializar seus produtos de forma organizada.
“Aqui em Codó tem uma dificuldade muito grande em relação às artesãs e ambulantes. Existe uma vontade do Executivo de ter um local para essas artesãs, que hoje não têm onde vender o que é seu”, afirmou Araújo Neto, que também incluiu a categoria dos ambulantes como beneficiária da proposta.
O edil também fez solicitou a implantação da 1ª creche em território quilombola, no povoado Santo Antônio dos Pretos, e da 1ª escola em tempo integral no Quilombo Santa Maria, na escola polo Neiva de Santana.
“Essas ações atenderiam toda a região de quilombos, beneficiando as crianças e os alunos das comunidades circunvizinhas”, explicou o vereador.
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Os advogados do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, afirmaram nesta terça-feira, 9, que não foram notificados sobre qualquer denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o parlamentar. Em nota enviada à imprensa, a defesa destaca que a anunciada denúncia “sequer consta na consulta processual”, e aponta um possível retorno a práticas punitivistas no Brasil, em que o Ministério Público “fala primeiro com a imprensa antes de falar nos autos”.

“Em se confirmando, temos um indício perigoso de estarmos voltando à época punitivista do Brasil”, afirmam os advogados Ticiano Figueiredo, Pedro Ivo Velloso e Francisco Agosti.
A equipe jurídica reforça que o oferecimento de uma denúncia não implica culpa e que cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF) decidir sobre o seu recebimento. Para os defensores, a Corte deverá rejeitar a peça acusatória, “diante da sua manifesta ausência de provas”.
Ainda segundo a nota, Juscelino Filho vê o episódio como uma oportunidade de encerrar “a maratona de factoides que vem se arrastando por quase três anos” e reitera confiança na Justiça.
A defesa também ressalta que os fatos questionados não têm relação com a atuação do ministro à frente da pasta das Comunicações. De acordo com a nota, as suspeitas dizem respeito a emendas parlamentares destinadas no período em que Juscelino ainda era deputado federal, ressaltando que os processos de licitação, execução e fiscalização das obras são de responsabilidade do Poder Executivo, não do parlamentar que indicou os recursos.
Confira abaixo a nota:
NOTA À IMPRENSA
A defesa de Juscelino Filho esclarece que até o momento não foi notificada sobre a denúncia do Ministério Público. Tal andamento sequer consta na consulta processual. Aliás, em se confirmando, temos um indício perigoso de estarmos voltando à época punitivista do Brasil, quando o MP conversava primeiro com a imprensa antes de falar nos autos.
De toda forma, o ministro reafirma sua total inocência e destaca que o oferecimento de uma denúncia não implica em culpa, nem pode servir de instrumento para o MP pautar o país. O julgamento cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF), em quem Juscelino Filho confia que rejeitará a peça acusatória diante da sua manifesta ausência de provas.
Aliás, essa é a melhor oportunidade para se colocar um fim definitivo a essa maratona de factoides que vem se arrastando por quase 3 anos, com a palavra final da instância máxima do Poder Judiciário nacional.
Além disso, o ministro ressalta que o caso não possui qualquer relação com sua atuação à frente do Ministério das Comunicações, cuja gestão – assim como em todos os cargos públicos que atuou – é pautada pela transparência, eficiência e compromisso com o interesse público.
Como deputado federal, no mandato anterior, Juscelino Filho limitou-se a indicar emendas parlamentares para custear a realização de obras em benefício da população. Os processos de licitação, execução e fiscalização dessas obras são de competência exclusiva do Poder Executivo, não sendo responsabilidade do parlamentar que indicou os recursos.
O ministro reitera sua confiança na Justiça e na imparcialidade do Supremo Tribunal Federal, acreditando que a verdade prevalecerá e que sua inocência será devidamente comprovada.
Ticiano Figueiredo, Pedro Ivo Velloso e Francisco Agosti, advogados de Juscelino Filho
A denúncia – Os fatos são anteriores à participação no governo, mas Lula já disse que ele seria afastado em caso de acusação; Juscelino diz ser inocente e confiar na rejeição da peça pelo STF. O relator do caso no STF é o ministro Flávio Dino.
Juscelino foi indiciado em junho do ano passado pela Polícia Federal pelos crimes de “lavagem de dinheiro e corrupção passiva”.
O inquérito trata de suspeitas de desvio de emendas parlamentares para pavimentação de ruas de Vitorino Freire, no interior do Maranhão. A cidade era comandada por sua irmã, Luanna Rezende, que chegou a ser afastada do cargo no curso das apurações, mas retomou o mandato após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). É a primeira vez que um integrante do primeiro escalão do atual mandato de Luiz Inácio Lula da Silva é indiciado. Em nota quando foi indiciado, o ministro negou irregularidades e apontou “ação política” da corporação.
Ele criticou a investigação e afirmou que “apenas indicou emendas parlamentares para custear obras”. “A licitação, realização e fiscalização dessas obras são de responsabilidade do Poder Executivo e dos demais órgãos competentes”, diz a nota. Segundo ele, a “investigação revira fatos antigos e que sequer são de minha responsabilidade enquanto parlamentar”. “O indiciamento é uma ação política e previsível, que parte de uma apuração que distorceu premissas, ignorou fatos e sequer ouviu a defesa sobre o escopo do inquérito”, completa.







