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O projeto “GIRA SOCIAL SUSTENTÁVEL”, tem como eixo norteador a socialização de conhecimentos e práticas sobre a sustentabilidade ambiental, com fito de sensibilizar e cultivar hábitos sustentáveis com jovens, adultos e pessoas idosas por meio de ações comprometidas e alinhadas ao sentimento de solidariedade e respeito às necessidades humanas, desenvolvidas no entorno social do Campus UEMA Codó.
“O projeto é na linha da sustentabilidade e reciclagens onde contamos com importantes parcerias como da Universidade Aberta Intergeracional – UNABI, IFMA, Prefeitura de Codó e UFMA, o projeto propicia visitas técnicas e diversas ações que levam benefícios para muitos codoenses”, destacou a coordenadora.

Dessa forma, o projeto apresenta como objetivo geral, promover ações de gestão sustentável, com base no equilíbrio entre fatores sociais, ambientais e econômicos, na perspectiva de agregar valores e oportunidades, por meio de ações de conscientização e transformações resultantes da educação e conservação do meio ambiente.

O Projeto segue orientações da legislação federal sobre sustentabilidade socioambiental e da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P).
Contato: +55 99 8478-9252 (whats) – Andreia
Instagram: https://instagram.com/projetogirasocial?igshid=NDk5N2NlZjQ=
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De acordo com o Edital Nº 001/2023, a Secretaria Municipal de Educação, Ciências, Tecnologia e Inovação e a Escola Cívico Militar Codoense Nagib Buzar tornam público o resultado do Processo Seletivo para o ingresso dos novos alunos, para o ano letivo de 2023 e informa que o período para as matrículas das turmas do 6º Ano acontecerá no período de 16 a 19 de janeiro de 2023.
Confira aqui a lista de aprovados
No ato da matrícula os pais/responsáveis deverão portar todas documentações solicitadas no Item 5.3 do Edital Nº 001/2023. Os selecionados para o cadastro de reserva serão convocados conforme ORDEM DE CLASSIFICAÇÃO e do SURGIMENTO DE VAGAS, conforme o item 2.2 do Edital Nº 001/2023, no período de 1º a 03 de fevereiro de 2023.
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Em valores corrigidos pela inflação, ex-presidente gastou R$ 32,6 milhões entre 2019 e 2022, valor inferior aos R$ 59 milhões e R$ 49,7 milhões dos dois primeiros mandatos do petista.

Ao longo dos quatro anos de seu mandato, o agora ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) gastou R$ 27,6 milhões no cartão corporativo disponibilizado para a Presidência da República. Corrigindo o valor pela inflação, o montante chega a R$ 32,6 milhões. Ainda assim, a quantidade é inferior aos gastos pelo atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em seus dois mandatos anteriores (2003 a 2010) e pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em sua primeira gestão. Segundo levantamento feito pela Jovem Pan News, os governos Lula 1 e 2 e o de Dilma gastaram, respectivamente, R$ 59 milhões, R$ 49,7 milhões e R$ 42,3 milhões. Os menores valores foram registrados no segundo mandato de Dilma, interrompido pelo impeachment, e no período em que o vice da petista, Michel Temer, esteve à frente do país (2016 a 2018).
A diferença nos gastos pode ser explicada, entre outras coisas, pela modalidade dos gastos. Cerca de um terço dos gastos de Bolsonaro ocorreram com alimentação e supermercado (R$ 10,2 milhões). Tradicionalmente, os maiores gastos foram feitos com hospedagens durante viagens ao exterior. A exceção ocorreu na primeira gestão de Lula, quando aproximadamente 48% do valor foi concentrada no aluguel de transportes. O cartão corporativo (Cartão de Pagamento do Governo Federal, o CPGF) foi criado por decreto em 2001, pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na quinta-feira, 12, o governo federal divulgou todos os gastos dos presidentes da República de 2003 a 2022. Segundo o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Paulo Pimenta, a medida atendeu a um pedido do Tribunal de Contas da União (TCU).

“O Acórdão do dia 30/11 determinou que a divulgação deve ser feita e com transparência ativa, portanto, publicada no site de transparência do governo”, disse Pimenta a jornalistas na quinta-feira, 12. No primeiro dia de governo, o presidente Lula assinou um decreto determinado que a Controladoria-Geral da União (CGU) analisasse a necessidade de manutenção ou não do sigilo de uma série de dados. Segundo Pimenta, no entanto, os gastos com o cartão corporativo não se referem aos processos que estão sob a análise da CGU.
Fonte: Jovem Pan
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O presidente da República, Luíz Inácio Lula da Silva (PT), assinou a lei 14.532 que torna crime atacar ou tentar fechar igrejas ou locais de culto.

A lei também protege o direito fundamental do povo brasileiro de professar livremente sua fé e espiritualidade seja qual for a religião.
O anúncio foi feito pelo Ministro da Justiça, Flávio Dino, através das suas redes sociais.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou trechos da Lei 14.533, que instituiu a Política Nacional de Educação Digital. Com isso, retirou a obrigatoriedade de inclusão de aulas de competência, programação e robótica nos ensinos fundamental e médio.
Na mensagem de veto, o presidente justifica a decisão argumentando que a proposição contraria Lei 9.394, 1996, que prevê que a inclusão de novos componentes de caráter obrigatório na Base Nacional Comum Curricular deve ser aprovada pelo Conselho Nacional de Educação e homologada pelo ministro da Educação.
Também foi alvo de veto presidencial o trecho que equipara e-books a livros físicos, que, atualmente, têm imunidade tributária. Os vetos serão analisados em sessão do Congresso Nacional.
O texto sancionado altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, para fixar a educação digital como dever do Estado. O projeto, aprovado no fim de dezembro pela Câmara dos Deputados, tem como objetivo promover a inclusão, a capacitação e a especialização, a pesquisa e a educação escolar digitais.
Na inclusão digital, o objetivo é garantir que toda a população brasileira tenha igual acesso às tecnologias, para fins de comunicação, inserção no mercado de trabalho e exercício da cidadania.
Nas escolas, a política deverá buscar o desenvolvimento de competências digitais em alunos da rede básica, para atuação responsável na sociedade conectada e nos ambientes digitais. A intenção também é capacitar a população economicamente ativa para melhorar sua inserção no mercado de trabalho.
Fonte: Revista Oeste
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A Americanas vai abandonar a lista de patrocinadores oficiais do Big Brother Brasil 2023. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, 13, após a companhia anunciar o caso de “inconsistências contábeis” no balanço da empresa com um rombo de R$ 20 bilhões para a varejista, que levou à saída de Sérgio Rial da presidência da companhia apenas 10 dias depois de assumir o cargo.
Conforme apurou o Estadão, executivos Americanas se reuniram na manhã desta sexta-feira com integrantes da Rede Globo para anunciar sua saída do reality show. A varejista era detentora, desde a última edição, da cota mais cara de patrocínio do programa, com um custo de mais de R$ 105 milhões, fora demais encargos para realização de ações dentro e fora do programa.
Diante desta situação, a varejista abre espaço para a chegada de um novo anunciante que pode abocanhar a conta máxima. Fontes do mercado publicitário já apontam para a entrada de um novo nome também no setor de marketplaces.
Ainda conforme apurou a reportagem, um grupo de agências que representam empresas de e-comerce chegaram a pleitear vaga assim que souberam da desistência da Americanas, mas foram surpreendidos com a notícia vinda da Globo de que Mercado Livre já estaria com as negociações fechadas para a cota master do BBB 2023.
Questionada, a Globo e o Mercado Livre não responderam aos questionamentos até o momento desta publicação.







