
A Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Grajaú (ACIG) manifestou, por meio de uma nota pública, sua indignação e repúdio ao aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Maranhão. A medida, aprovada em regime de urgência, elevou a alíquota de 22% para 23% e gerou críticas pela falta de diálogo com os maranhenses.
De acordo com a nota da ACIG, o aumento é considerado um “grave retrocesso” para a economia do estado, que já enfrenta diversos desafios. A entidade alerta que a elevação do ICMS terá efeitos diretos no bolso do consumidor, resultando em produtos e serviços mais caros, o que reduz ainda mais o poder de compra da população maranhense.
Esse cenário, segundo a associação, agrava a vulnerabilidade social e econômica, especialmente das famílias de baixa renda, que já lutam contra os altos custos de vida no estado.
Prejuízos ao Setor Empresarial
A ACIG destacou ainda os impactos negativos sobre o setor empresarial. Para a entidade, o aumento da carga tributária encarece a comercialização e reduz a competitividade das empresas maranhenses, tanto no mercado nacional quanto internacional. Esse contexto dificulta a geração de empregos e renda, além de desestimular novos investimentos no estado.
“A alta carga tributária prejudica o crescimento econômico e afeta diretamente a qualidade de vida da população maranhense”, afirmou a associação na nota.
Crítica à Falta de Transparência
Outro ponto levantado pela ACIG foi a forma como o aumento foi aprovado. A entidade criticou a ausência de consulta à opinião pública e afirmou que a decisão ocorreu em meio a “negociatas a portas fechadas”, sem o devido debate com os maranhenses.
Para a associação, o desenvolvimento do Maranhão depende de uma política tributária que incentive a produção, o consumo e os investimentos. “O aumento da alíquota do ICMS vai na contramão desse objetivo e prejudica todos os maranhenses”, concluiu.
Posicionamento em Defesa da Economia Local
A ACIG reforçou seu compromisso em defender uma política fiscal que priorize o crescimento econômico sustentável e a competitividade empresarial. A entidade afirmou que continuará cobrando das autoridades medidas mais justas e transparentes, que promovam o desenvolvimento do estado sem penalizar a população e o setor produtivo.
Fique atento para mais atualizações sobre o impacto desse aumento no ICMS e os desdobramentos nas políticas públicas do Maranhão.

Esse projeto e eleitoreiro imundo nojento o ICMS não pode comprometer o seu total e um absurdo ICMS e pra ser 17 % quer fazer campanha com o dinheiro dos outros mas as ações ele chega de for boa bem se for ruim também chega a melhor forma e a mudança