
O Ministério Público Eleitoral (MPE), por meio da Promotoria da 33ª Zona Eleitoral, abriu investigação para apurar denúncias de compra de votos envolvendo a campanha do prefeito eleito de Imperatriz, Rildo Amaral. A suspeita é de que tenha ocorrido distribuição de combustíveis em troca de apoio eleitoral durante o segundo turno das eleições municipais de 2024.
Segundo o jornalista Luís Pablo, a apuração teve início após fiscais do MPE identificarem possíveis indícios de captação ilícita de sufrágio no dia 27 de outubro, durante o segundo turno. De acordo com o relatório, motoristas teriam recebido vales-combustível para abastecimento no Auto Posto Buriti III. Além disso, possível propaganda eleitoral irregular nos veículos abastecidos.
O promotor Domingos Eduardo da Silva solicitou a oitiva dos motoristas bem como dos responsáveis pelo posto de combustíveis, para esclarecer a origem dos vales e possíveis vínculos com a campanha de Rildo Amaral.
Caso confirmada a prática de compra de votos, o prefeito eleito poderá enfrentar graves sanções, incluindo a cassação do diploma eleitoral e a declaração de inelegibilidade por oito anos.
O Ministério Público reforça que a legislação eleitoral proíbe qualquer tipo de distribuição de bens ou serviços que configurem vantagem ao eleitor.
