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Entre os dias 12 e 16 de maio, a 3ª edição da Praça de Justiça e Cidadania movimentou a Escola Municipal Santo Antônio, em Grajaú (MA), com uma série de serviços e ações voltadas prioritariamente para as comunidades indígenas da região. A iniciativa, promovida pela Justiça Federal em parceria com o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) dentro do Programa Escuta Ativa dos Povos Indígenas, reuniu mais de 40 instituições em diversos eixos, como saúde, segurança pública, educação e justiça.

Em entrevista ao jornalista Wellyngton Sampaio, o Procurador-Geral do Município de Grajaú, Dr. Rômulo Orquiza, um dos organizadores do evento, destacou a estrutura e a diversidade de serviços ofertados:
“Mais de 40 instituições no mesmo local, divididas em vários eixos como saúde, segurança pública, educação e justiça. Trouxemos também o SESI Itinerante com inúmeras especialidades como clínica geral, pediatria, oftalmologia, oficinas, ações culturais e muito mais”, afirmou.

Um dos destaques desta edição foi a parceria pioneira entre o Sindicato das Indústrias de Extração, Produção e Beneficiamento de Gipsita e Calcária do Maranhão (SINDUGESSO) e a Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Grajaú (ACIG). Juntas, as entidades lançaram um projeto inovador de banco de empregos especificamente destinado à comunidade indígena. Segundo o Dr. Rômulo, a iniciativa visa “qualificar o público para poder inserir no mercado de trabalho e na indústria gesseira também”, demonstrando um olhar atento para a inclusão e o desenvolvimento econômico das populações originárias.

A Praça de Justiça e Cidadania, vinculada ao Programa Casas de Justiça e Cidadania (Recomendação nº 26/2009 do CNJ), tem como propósito aproximar o Judiciário da sociedade através de uma rede de voluntariado e instituições parceiras.

Esta edição ganhou relevância por sua colaboração com o Programa Escuta Ativa dos Povos Indígenas, criado em 2022 e premiado pelo CNJ por sua atuação na promoção dos direitos humanos e da inclusão social, contabilizando mais de 2.500 atendimentos em diversas comunidades maranhenses até 2023.
Confira mais fotografias a seguir:

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Durante a sessão ordinária da última terça-feira (13), o vereador Araújo Neto propôs a realização de uma audiência pública entre a Prefeitura de Codó, representantes do setor comercial e a Câmara Municipal para discutir a cobrança e regulamentação dos alvarás no município.
Segundo o parlamentar, a proposta tem como objetivo ouvir as demandas dos comerciantes, avaliar possíveis irregularidades e buscar soluções conjuntas com o Executivo. “Queremos dialogar com o pessoal dos tributos, da Secretaria de Finanças, e com os empresários da cidade para tratar do Alvará Zero e outras questões que vêm sendo denunciadas nesta Casa”, destacou Araújo Neto.
O vereador solicitou à presidência da Câmara que a proposta de lei relacionada ao Alvará Zero não entre em votação antes da audiência. Ele defendeu que só após o diálogo e análise das sugestões é que o projeto deve ser apreciado em plenário.
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Dois criminosos morreram em um confronto com a polícia, na noite dessa quarta-feira (14), após cometerem uma série de roubos na cidade de Santa Helena. Segundo as investigações, três indivíduos roubaram três carros e duas motocicleta. Durante a fuga, os suspeitos foram cercados por guarnições da Polícia Militar, resultando em um confronto que terminou com dois mortos.
Eles foram identificados como Paulo Cesar Rocha Junior, natural de Fortaleza (CE) e Pablo Henrique Santos da Cunha, natural de Paragominas (PA). Um terceiro suspeito fugiu e está sendo procurado.
Na ação, foram apreendidas duas armas de fogo calibre 38, munições, além da recuperação de três carros e duas motocicletas.
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Durante a 13ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Codó, realizada na noite da última terça-feira (13), o vereador Hermínio da Farmácia fez um pronunciamento marcante em alusão aos 137 anos da abolição da escravatura no Brasil. O parlamentar destacou que a data deve ir além da lembrança histórica, sendo um momento de reflexão sobre os desafios ainda enfrentados pelo povo negro em busca de igualdade, justiça e reparação social.
Hermínio relembrou personalidades codoenses que se destacaram nacionalmente, como o professor Hemetério dos Santos, nascido em 1858, reconhecido como o primeiro professor negro registrado no Brasil. Também mencionou o velocista codoense José Carlos Moreira, medalhista olímpico em Pequim, e a jovem Irlande Félix, que representou o Brasil na Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque, com apenas 17 anos, abordando pautas relacionadas à saúde, educação e proteção de meninas brasileiras.
“Codó é terra de memórias, mas também de resistência cultural. A abolição foi uma vitória, mas não completa. Ainda falta reparação, inclusão e justiça social. Por isso, essa luta é presente e contínua”, afirmou o vereador.

Em sua fala, Hermínio também homenageou o mestre Bita do Barão, ícone das religiões de matriz africana no Brasil, reconhecendo sua importância na preservação da ancestralidade e da fé do povo codoense.
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A Prefeitura Municipal de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação – SEMECTI, divulgou um convênio intersetorial realizado com a Universidade Federal do Maranhão – UFMA Campus Codó para formação de uma turma especial do Programa de Pós-Graduação em Ensino na Educação Básica (PPEEB), destinada para professores da rede municipal de ensino.

A cerimônia foi realizada nesta quarta-feira (14), na Instituição, e contou com a presença do prefeito Chiquinho FC (PT), do secretário municipal de educação, Ricardo Torres, do diretor geral da UFMA Campus Codó, Arlane Vieira e a classe de professores.

O programa é coordenado pelos professores Dra. Cristiane Dias e Dr. José Carlos Aragão e tem o objetivo de ampliar a formação continuada dos profissionais da rede municipal de ensino, alinhando-se às políticas públicas de valorização docente e qualificação pedagógica.

A turma do mestrado especial em educação tem previsão de início ainda neste ano, com duração prevista de dois anos, no quantitativo de 30 vagas disponíveis, onde 90% das vagas serão destinadas aos profissionais de educação do quadro efetivo e 10% para contratados.

O prefeito Chiquinho FC ressaltou o apoio da gestão aos professores e reafirmou o compromisso com o fortalecimento da educação no município de Codó.
“Tenho certeza de que os frutos serão colhidos. O maior presente que vocês podem me dar é a educação do nosso município restaurada, para que daqui a 4 anos possamos ter orgulho e garantir o futuro das nossas crianças.”, destacou o prefeito.

Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Codó
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A Câmara Municipal de Codó aprovou na noite desta terça-feira (13), durante a 13ª sessão ordinária, o Projeto de Lei nº 7/2025, de autoria do vereador Ibrahim Neto, que institui a padronização e torna obrigatório o uso do uniforme escolar na rede pública municipal de ensino. O projeto também autoriza a doação de uniformes pelo Poder Executivo.
Segundo o vereador Ibrahim Neto, a proposta atende a uma demanda antiga das famílias codoenses. “Muitas vezes os pais querem que seus filhos vão devidamente fardados para a escola, mas não têm condições financeiras para adquirir os uniformes. Pensando nisso, apresentamos este projeto que estabelece uma padronização inspirada nas cores da bandeira do nosso município e, o mais importante, autoriza a doação do kit de uniformes escolares para os alunos da rede pública”, justificou.
Durante o debate, o vereador Antônio Luz fez uma ressalva importante sobre a aplicação da lei:
“Quero deixar claro à população de Codó que o aluno só será obrigado a usar o fardamento se o município fizer a doação. Não se pode impedir o acesso à escola por falta de uniforme se ele não for fornecido gratuitamente. O objetivo da educação é o aprendizado, não apenas a farda”, pontuou.
O projeto foi aprovado por unanimidade e agora segue para sanção do prefeito Chiquinho FC. A expectativa é de que, com a sanção, o município passe a organizar a distribuição dos uniformes para estudantes da zona urbana e rural ainda este ano.







