Dois homens são presos por tentativa de homicídio em Codó

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) prendeu, na manhã desta quarta-feira (12), dois homens acusados de tentativa de homicídio qualificado. O crime ocorreu em janeiro deste ano, em Codó.

Durante o cumprimento dos mandados de prisão, os policiais encontraram uma espingarda cartucheira calibre .20, com duas munições, em posse de um dos acusados. Segundo o delegado Antônio Fontenele, a arma teria sido utilizada no crime, levando à prisão em flagrante do suspeito também por posse ilegal de arma de fogo.

Após os procedimentos na delegacia, os presos foram encaminhados à Unidade Prisional de Codó, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Homem é preso por estupro de vulnerável em Codó; arma de fogo foi apreendida

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) prendeu nesta quarta-feira (12) um homem condenado por estupro de vulnerável em Codó. O mandado de prisão definitiva foi cumprido por agentes do Grupo de Pronto Emprego (GPE), que também apreenderam uma arma de fogo no local da abordagem.

De acordo com o delegado Antônio Fontenele, a equipe localizou no endereço do acusado uma espingarda de fabricação artesanal. Diante disso, ele também foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e responderá pelo crime perante a Justiça.

Após os procedimentos na delegacia, o detido foi encaminhado à Unidade Prisional de Codó, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Caso Vitória: jovem foi drogada e abusada por duas pessoas depois de morta, diz laudo

A jovem Vitória Regina de Souza teria sofrido abuso sexual de duas pessoas, segundo investigações da Polícia Civil de São Paulo. As informações foram divulgadas pelo jornalista Roberto Cabrini durante o Balanço Geral SP desta quarta-feira (12).

Informações do exame toxicológico ao qual Cabrini teve acesso apontam que a jovem teria sido drogada e torturada nos dois dias em que esteve em cativeiro. O tipo de droga foi usada na vítima ainda não foi apontada.

Conforme Cabrini, informações preliminares do laudo pericial ao que ele teve acesso encontraram material genético de duas pessoas diferentes no corpo da jovem. Há indícios de que as violações do corpo da jovem ocorreram depois que ela já estava morta.

Vitória foi assassinada por estrangulamento e teve o corpo esquartejado postumamente, com golpes de faca na região do pescoço e peito, como uma tentativa de atrapalhar as investigações.

A adolescente Vitória Regina de Sousa desapareceu após deixar o shopping onde trabalhava, por volta da meia-noite do dia 27 de fevereiro. Imagens de câmeras mostram a jovem caminhando pela rua até o ponto de ônibus.

Ela mandou mensagens para uma amiga dizendo ter medo de estar sendo perseguida. Testemunhas do Caso Vitória afirmam que ela foi seguida por um carro com quatro rapazes após descer do ônibus.

Uma semana depois, o corpo foi encontrado nu, degolado e com o cabelo raspado em uma área de mata de difícil acesso. O corpo tinha três facadas, no tórax, no pescoço e no rosto, e sinais de tortura.

No último sábado (8), a Polícia Civil de São Paulo também descobriu roupas e fios de cabelo enterrados a cerca de dez metros do local onde a adolescente foi localizada.

 

Três principais suspeitos do caso Vitória

Ex-namorado, amigo da vítima e proprietário do veículo. A polícia civil fechou a investigação sobre a morte da adolescente Vitória Regina de Sousa, de 17 anos, em três nomes. O pai da jovem, Carlos Alberto Souza, teve sua participação no crime descartada.

*Com informações do Balanço Geral SP

Pai é preso por obrigar filho a abusar de irmã mais velha

Um homem de 44 anos foi preso em Irati, no Paraná, após ser denunciado por sua filha adolescente. O Ministério Público do Paraná (MP-PR) acusou o suspeito de obrigar filhos a terem relações sexuais e praticar violência psicológica contra a esposa. A prisão ocorreu em fevereiro, após a denúncia feita pela filha enquanto acompanhava a mãe em uma consulta.

De acordo com o delegado Rafael Rybandt, foi o Conselho Tutelar quem inicialmente recebeu o pedido de ajuda da jovem. Durante o atendimento médico, ela relatou os abusos, e o caso foi rapidamente encaminhado para a polícia. A investigação resultou na prisão do homem, que foi levado ao sistema penitenciário.

A filha confirmou os abusos e ainda relatou que o pai teria induzido o irmão mais novo a cometer atos contra ela. A mãe da adolescente também confirmou os relatos, mencionando episódios de violência psicológica que ocorreram dentro de casa. Como resultado das denúncias, medidas protetivas de urgência foram solicitadas.

*Com informações de Massa

Menino de 4 anos chama a polícia após mãe comer seu sorvete

Um menino de quatro anos, em Wisconsin (EUA), resolveu acionar a polícia após a mãe comer o sorvete dele. Determinado a “fazer justiça”, o menino ligou para o 911 (número de emergência nos EUA) e pediu que a mãe fosse presa.

Minha mãe está sendo má, disse ele ao atendente, conforme uma gravação divulgada pela afiliada da CNN, WTMJ.

O atendente então questionou: “O que está acontecendo?” E o menino respondeu: “Venham buscar minha mãe”.

Na sequência, a mãe pegou o telefone — apesar das objeções do filho — e explicou: “Ah, ele pegou o telefone, ele só tem quatro anos.”

Em seguida, ela confessou o “crime”: “Eu comi o sorvete dele, provavelmente é por isso que ele ligou para o 911.” Ao fundo, o menino ainda tentava defender seu argumento.

Os policiais foram até a casa para verificar se o incidente não era um disfarce para uma situação mais grave. Quando chegaram, o menino confirmou o “roubo” e insistiu que a mãe deveria ser presa.

No entanto, ele acabou “aliviando a pena” e disse que não queria que ela fosse presa — só queria seu sorvete de volta.

Dois dias depois, os policiais surpreenderam o pequeno “denunciante” com duas bolas de sorvete cobertas com confeitos azuis.

Mãe de 155kg senta sobre o filho de 10 anos e o mata esmagado

Uma mulher de 155 quilos matou o filho adotivo, de 10 anos, ao se sentar sobre ele por cerca de cinco minutos como forma de punição. O caso aconteceu em Michigan (EUA), no final do ano passado, mas foi divulgado nesta semana.

Segundo documentos judiciais obtidos pelo Express US, Jennifer Wilson relatou à polícia que Dakota Stevens havia fugido de casa naquela manhã e, após ser trazido de volta, se comportava mal. Quando o garoto, de 41 quilos, deitou no gramado em frente à casa, Wilson se sentou sobre ele enquanto ligava para o assistente social. Durante o episódio, Dakota gritou até perder a consciência.

Wilson afirmou que acreditava que o menino estivesse fingindo, mas percebeu a gravidade da situação ao notar que as pálpebras dele estavam pálidas. Quando a polícia chegou, encontrou Dakota sem sinais vitais, e Wilson abalada. Uma equipe médica levou o menino de helicóptero ao hospital, mas ele não resistiu e morreu dois dias depois. Dakota estava sob a guarda de Wilson há apenas um mês.

Uma câmera de segurança registrou o momento em que Wilson se sentou sobre a cabeça e o pescoço da criança por cerca de 5 minutos, enquanto Dakota gritava até desmaiar.

Ao perceber o que havia feito, Wilson mandou uma das outras crianças presentes chamar o serviço de emergência.

Wilson pode pegar até seis anos de prisão. O Departamento de Serviços Infantis já suspendeu sua licença de mãe adotiva e avalia a revogação definitiva. Ela cuidava de outras três crianças em sua casa, no condado de Berrien.

*Com informações do New York Post

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