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O Futuro da Imprensa diante das Mídias Sociais, esse foi o tema da I Conferência Municipal de Comunicação que aconteceu na cidade de Coroatá, Região dos Cocais, nesse final de semana. O evento reuniu profissionais do jornalismo, radialismo, assessoria de comunicação, redes sociais, cerimonialistas e pessoas do segmento de carros de som para juntos discutir problemas e encontrar melhores soluções para superar os desafios desses setores.
A abertura da solenidade aconteceu na noite de sábado (11), no Centro Paroquial da cidade e se estendeu por todo o domingo (12). Na oportunidade, alguns assuntos foram debatidos. O jornalista e advogado Acélio Trindade falou dos limites da Liberdade de Imprensa no Estado Democrático de Direito.
Já o também jornalista e diretor-presidente da Central de Notícias, Humberto Fernandes enfatizou sobre o desafio da Imprensa frente às redes sociais.
Representando o prefeito da cidade, a chefe de gabinete Ariana Soares falou sobre a importância da conferência para a região.
“Com apoio do prefeito Luís da Movelar Filho, o secretario Edy Lemos trouxe essa conferência para Coroatá que proporcionou para os profissionais do segmento tanto das secretarias do nosso município, quanto das rádios da cidade uma melhor atualização sobre as novas ferramentas comunicacionais existentes na atualidade”, disse.
O evento foi realizado pela Prefeitura Municipal de Coroatá, através da sua Assessoria de Comunicação.
Texto: Jaber Pereira/ Central de Notícias do Brasil
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O Vocal Essência do Louvor, grupo de jovens da Igreja Assembleia de Deus Congregação Monte Sinai, no bairro São Francisco em Codó (MA), comemorou 23 anos de existência com uma festa de louvor e adoração entre os dias 10 a 12 de novembro. Veja o vídeo no final da matéria.
O evento, que teve como tema “Estou em uma grande Obra e não posso parar” (Neemias 6:3), contou com muitos louvores, adoração e comunhão à Deus. Também foram realizadas apresentações oficiais, como do Gesto de Adoração Santuário.

As ministrações da palavra de Deus ficaram a cargo do Dc. Kleyton Silva, Dc. Allan Jeferson e o louvor das cantoras Kathleen, Cláudia Lima e Roseane Torres. Além disso, o vereador Gracinaldo também participou da festa.
“Vimos muito o poder de Deus neste final de semana. O Senhor se fez presente, salvou, renovou, restaurou vidas”, celebrou Joilson Silva, coordenador dos jovens.
“Somos gratos a Deus por tudo que Ele tem feito. E neste ano, com o tema ‘Estou em uma grande Obra e não podemos parar’, o Vocal Essência do Louvor 23 anos agradece ao Senhor”, destacou a regente Inalda Cruz.

“Para nós foi de grande alegria poder participar desse momento especial. E o mais importante, aqui pessoas foram renovadas, e também nos sentimos muito felizes”, agradeceu o Pastor Dirigente Humberto Santos.
“Na congregação Monte Sinai, 23 anos do Vocal Essência do Louvor, louvamos a Deus por tudo quanto foi feito, por tudo quanto foi realizado. Vimos a manifestação da glória de Deus, vimos alegria e, sobretudo, a presença de Deus no coração do povo”, destacou o vereador Gracinaldo.

A festa foi um momento de grande alegria e comunhão para os membros do Vocal Essência do Louvor e para todos que participaram. Foi uma oportunidade de louvar a Deus e agradecer por todas as bênçãos recebidas ao longo dos 23 anos de existência do grupo.
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que o preço das carnes voltou a subir em outubro. A alta foi de +0,53%, após uma queda que havia sido registrada nos primeiros nove meses do ano. A picanha teve aumento de 2,91% e o contrafilé, 1,94%.
Também em outubro, os números do IPCA indicaram variações positivas do preço do patinho (+1,7%), da capa de filé (+1,32%), da alcatra (+1,19%), do chã de dentro (+0,88%), do filé-mignon (+0,6%), da carne de porco (+0,57%), da carne de carneiro (+0,38%), do acém (+0,3%) e do lagarto comum (+0,23%). As informações são do R7 e da revista Oeste.
Já as carnes que mantiveram a tendência de baixa e impediram uma alta maior do preço final das carnes foram o fígado (-4,58%), o cupim (-2,91%), o lagarto redondo (-2,34%), a pá (-1,26%), a costela (-0,89%), o peito (-0,76%) e o músculo (-0,47%).
Apesar dos dados, o preço das carnes acumula queda de 11,08% desde dezembro.
Fonte: Pleno News
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Dados apresentados no início do ano pelo Monitor do Fogo do MapBiomas, projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil, apontam que a área queimada de florestas registrou alta de 93% em relação a 2021, sendo que 85% dos incêndios florestais no ano passado, ocorreram na Amazônia. Insatisfeitos com este cenário de descontrole dos incêndios florestais, alunos do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia (Iema), Unidade Plena (UP) Itaqui-Bacanga, localizada no bairro Vila Embratel, em São Luís (MA), decidiram buscar, em sala de aula, uma solução para reduzir o problema.
Trata-se do projeto “AmazôniaSafe: detectando incêndios e salvando ecossistemas pelas mãos da tecnologia”. Conhecidos pelas conquistas em campeonatos internacionais de robótica, estudantes do Iema decidiram inovar e dessa vez estão utilizando recursos tecnológicos para proteger o meio ambiente e a população amazônica.
“Os alunos vêm com muitas ideias de problemas reais e locais que nós temos, seja de desperdício de alimentos, seja de desperdício de água, por exemplo. A gente traz esse problema e os alunos buscam a solução fazendo a automação e trabalhando com a robótica para resolver esses problemas”, explica o professor do Iema Pleno Itaqui-Bacanga e tutor do projeto.
FabLab
O Projeto AmazôniaSafe está sendo desenvolvido no FabLab, laboratório fábrica do Iema. O projeto prevê a elaboração de um módulo de sensoriamento de queimadas de baixo custo. O módulo é dotado de sensor de gás inflamável e fumaça MQ-2 e de sensor de temperatura e umidade, o DHT-11.
A ideia é que o módulo detecte queimadas na Amazônia, baseado em Internet das Coisas (em inglês, Internet of Things, ou IoT), que visa conectar à internet itens utilizados no cotidiano, como eletrodomésticos, meios de transporte e até maçanetas – e energia fotovoltaica.
Com esses recursos, a rede de sensoriamento de baixo custo é capaz de monitorar eventuais queimadas e enviar informações em tempo real para os setores competentes, como a Defesa Civil ou o Corpo de Bombeiros.
Engenheiro eletricista e mestre em Engenharia Elétrica, o professor Felipe Borges conta que o projeto pretende utilizar até recursos como o LoRa (expressão em inglês “Long Range”, que em português significa longo alcance), tecnologia de comunicação sem fio que funciona por meio de radiofrequência, para repassar aos órgãos responsáveis pelo controle de queimadas, as informações obtidas na estação de sensores.
“Nós sentamos com os alunos, fizemos brainstorm [ou “tempestade de ideias”, dinâmica utilizada para explorar a capacidade criativa de um determinado grupo] com várias metodologias, e trabalhamos esse problema e a forma de solucioná-lo. Aí chegamos à possibilidade de trabalhar com uma estação de sensores de baixo custo, que utiliza energia solar, para fazer as medições de detecção de fumaça, detecção de dióxido de carbono”, detalha Felipe Borges.
Segundo o educador, a equipe do Projeto AmazôniaSafe já desenvolveu melhorias nos sensores, para permitir a detecção da umidade, temperatura e luminosidade. A proposta é que o recurso tecnológico facilite o controle e resolução de queimadas de forma célere.
“Todas essas informações são coletadas lá na Amazônia, enviadas via Internet das Coisas, utilizando, por exemplo, LoRa, que é uma comunicação de baixo custo. Assim conseguimos enviar essas informações para a central, que poderia, por exemplo, ser o Corpo de Bombeiros, e essa informação pode ser recebida por um computador ou até mesmo por um celular, quando um incêndio for detectado”, complementa o professor Felipe Borges.
Controle e redução de danos ambientais
Marcos Lowrran, estudante do Iema Pleno Itaqui-Bacanga é um dos alunos envolvidos no Projeto AmazôniaSafe. Lowrran já está acostumado a participar desse tipo de atividade escolar no Iema. Em uma plataforma de mídia social focada em negócios, Lowrran exibe com orgulho imagens de sua participação em outros projetos científicos desenvolvidos via Iema, como um carrinho robô controlado por Arduíno (plataforma programável de prototipagem de hardware livre) e a proposta de criação do nanossatélite HidroSat, voltado para análise da água.
O estudante sintetiza o funcionamento do módulo de sensoriamento de queimadas e explica que os equipamentos de detecção serão espalhados nos locais onde há maior incidência de queimadas.
“É um módulo que utiliza tecnologia wi-fi, coleta as informações e repassa para a estação, ou então, para o controle ambiental, onde eles vão saber onde estão os picos de incêndio. Toda vez que detectar fumaça ou aumento drástico da temperatura, ele vai avisar para que possa haver intervenção, antes que aconteça algo mais grave”, frisa Marcos Lowrran.
Para a estudante do Iema Pleno Itaqui-Bacanga, Emanuele Araújo, participar de um projeto como esse é uma oportunidade única não só para a carreira acadêmica, mas para a vida.
“É uma grande oportunidade para a gente pegar o que aprende em sala de aula, colocar em prática e também para despertar o nosso envolvimento com a tecnologia, despertar a nossa curiosidade, despertar a busca pelo conhecimento, que faz com que a gente se sinta bem em saber mais sobre as tecnologias, sobre o funcionamento de sensores e de máquinas. É uma grande oportunidade para nós como alunos e como pessoas”, avalia a estudante.
O Iema é uma autarquia estadual maranhense, vinculada à Secretaria de Estado da Educação (Seduc), do Governo do Maranhão, que oferece ensino médio, técnico e superior, contemplando também, de forma não dissociada, o ensino, a pesquisa e a extensão, na área tecnológica e no âmbito da pesquisa aplicada.
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A droga foi apreendida pela Polícia Civil com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF-MA). Cerca de 143 kg da droga era maconha do tipo comum e 66 kg de skunk.
Ao ser questionado, o motorista confessou que estava levando a carga de Timon para São Luís. A carga apreendida resultou em prejuízo de cerca de RS 2,9 milhões aos criminosos
O Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) de Caxias deve prosseguir com as investigações.
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A Polícia Federal deflagrou no dia 06 de novembro a operação Polígono VI, visando erradicar e destruir o cultivo ilícito de entorpecentes na região maranhense de Grajaú e microrregião.
Até o momento, foram destruídas mais de 7,5 toneladas da droga pronta para o consumo e cerca de 183 mil pés de maconha.
Participam da operação cerca de 80 agentes de segurança pública. A operação Polígono VI conta com o apoio da PRF, CTA (Centro Tático Aéreo), Delegacia da Polícia Civil de Grajau, 37º BPM-MA e FUNAI.







