PT processa Assembleia de Deus no Brasil CGADB por culto com presença de Bolsonaro

A Direção Nacional do PT ingressou com representação, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contra o pastor José Wellington Costa Jr, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), por suposta propaganda eleitoral antecipada em um culto com a presença do presidente Jair Bolsonaro (PL), na semana passada, em Cuiabá. A informação foi compartilhada pelo pastor Silas Malafaia, em tom de crítica, nesta terça-feira (26).

Na ação, o PT afirma que o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente de honra da CGADB, e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da bancada evangélica na Câmara e aliado de Malafaia “discursaram em favor da reeleição do presidente, com a sua anuência explícita” e que “o evento não passou de um ato de campanha, a despeito da aparência de culto religioso”.

O evento, no entanto, foi palco da Assembleia Geral Ordinária (AGO), que ocorre anualmente, e que elegeu o pastor José Wellington Costa Jr., filho de José Wellington Bezerra da Costa, para a presidência nacional da convenção.

Jair Bolsonaro, que tem proximidade com o segmento religioso desde antes de se tornar presidente, foi convidado para participar do evento. O líder da Assembleia de Deus na Paraíba, José Carlos de Lima, participou do mesmo culto.

Ao discursar, Bezerra disse ter visto uma “revolução que está acontecendo na cidade em Cuiabá. Famílias, muitas motos e muitos carros, milhares de pessoas nas ruas aguardando a chegada do nosso presidente”, afirmou em referência à chegada de Bolsonaro no local.

Resposta de Silas Malafaia

Em vídeo compartilhado nesta terça-feira (26), Malafaia chamou a ação de “absurda” e solidarou-se com José Wellington Bezerra. Segundo o pastor, o PT contratou ‘um dos advogados mais caros do país’, Cristiano Zanin, que também defende Lula, para ingressar com o processo contra o líder da Assembleia de Deus.
Malafaia negou que tenha havido cunho político no culto pentecostal e lembrou que Bolsonaro ficou no local durante todo o evento, inclusive durante o sermão religioso. “Imagine se o PT ganhar essas eleições, a perseguição que virá em cima dos evangélicos”, disse.
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