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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a ação dos Estados Unidos contra a Venezuela representa uma afronta grave à soberania do país vizinho. A declaração foi publicada nas redes sociais após bombardeios em território venezuelano e a captura do presidente Nicolás Maduro.
Segundo Lula, os atos ultrapassam limites aceitáveis e criam um precedente perigoso para a comunidade internacional. Para ele, o uso da força em violação ao direito internacional abre caminho para instabilidade, violência e enfraquecimento do multilateralismo.
O presidente destacou que a posição do Brasil mantém coerência com a postura adotada em outros conflitos recentes, baseada na defesa da soberania dos países e na rejeição a intervenções militares.
Lula também afirmou que a ação remete a períodos marcados por interferências externas na América Latina e no Caribe, colocando em risco a preservação da região como área de paz.
Ao final, o presidente defendeu uma reação firme da comunidade internacional por meio da Organização das Nações Unidas. Ele reiterou que o Brasil condena a ação e permanece disposto a colaborar com iniciativas de diálogo e cooperação.
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A Polícia Civil do Maranhão, com apoio da Polícia Militar, deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 44 anos, acusado da prática do crime de estupro de vulnerável ocorrido em Itinga do Maranhão.

Conforme as investigações coordenadas pela Delegacia de Polícia de Itinga do Maranhão, no ano de 2016, o homem, em diversas oportunidades, abusou sexualmente da própria filha de sangue, na época com 11 anos de idade, na casa onde moravam.
Ainda segundo as investigações, o homem aproveitava as oportunidades que ficava a sós com a filha, para abusá-la sexualmente.
Ele utilizava de um facão para poder ameaçar a filha, chegando, inclusive, a colocar a arma branca no pescoço da vítima, falando que iria matá-la, caso não praticasse o ato sexual.
Na época do crime, a delegacia do município representou pela prisão preventiva do acusado, em razão dele ter fugido da cidade, sendo decretado pelo Poder Judiciário em maio de 2025.
Nos últimos dias, policiais civis da Delegacia de Polícia de Itinga chegaram ao paradeiro do homem, que estaria morando no Estado do Pará, e passaram a monitorá-lo.
O homem retornou ao município de Itinga, para passar o réveillon na casa da mãe, quando então foi preso pelos policiais.
O preso foi recolhido à Unidade Prisional de Ressocialização de Açailândia, onde permanecerá à disposição da justiça.
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pagou o maior volume de emendas parlamentares da história em um único ano. Até 31 de dezembro de 2025, foram desembolsados R$ 31,5 bilhões. O valor supera o recorde anterior, registrado em 2024, quando os pagamentos chegaram a R$ 31,3 bilhões.
Os números mostram crescimento contínuo nos últimos anos. Em 2023, primeiro ano do atual governo, o total pago foi de R$ 21,9 bilhões. Em 2022, ano eleitoral, o montante ficou em R$ 17 bilhões. Já em 2019, no início do governo Bolsonaro, os repasses somaram R$ 5,7 bilhões.
Em 2025, a maior parte do dinheiro foi destinada às emendas individuais, que alcançaram quase R$ 20 bilhões, o equivalente a 63% do total. As emendas de bancada somaram R$ 6,2 bilhões. Já as emendas de comissão, que não são impositivas, ultrapassaram R$ 5 bilhões.
Ao longo do ano, o governo empenhou R$ 47 bilhões em emendas, o que representa cerca de 70% do valor efetivamente pago. O orçamento previa inicialmente R$ 50 bilhões, mas o total foi ajustado para R$ 48 bilhões. Com isso, o Planalto reservou cerca de 97% dos recursos destinados ao Congresso.
A liberação das emendas ocorreu em meio a uma relação marcada por tensão entre Executivo e Legislativo. Os recursos foram usados como instrumento de negociação em votações importantes. Em outubro, após a derrubada da MP do IOF, o governo reduziu os repasses. Dias depois, com o avanço das negociações sobre o pacote de corte de gastos, os pagamentos voltaram a ser liberados.
O aumento das emendas também reflete decisões do próprio Congresso ao votar o orçamento anual. Em 2016, o valor aprovado era de R$ 9 bilhões. Para 2026, o total previsto salta para R$ 61 bilhões, alta de 577%.
Para o próximo ano, o Congresso garantiu que 65% das emendas individuais e de bancada deverão ser pagas ainda no primeiro semestre. A estimativa é que, apenas nos primeiros meses de 2026, o governo desembolse quase R$ 40 bilhões, superando todo o volume pago ao longo de 2025.
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Com o objetivo de reduzir os déficits registrados desde 2022, os Correios divulgaram um plano de reestruturação da companhia com previsão de fechar 16% das agências da estatal, o que representa cerca de mil das 6 mil unidades próprias em todo o país.
A estatal espera economizar R$ 2,1 bilhões com o fechamento de unidades. Considerando outros pontos de atendimento realizados por parceria, são 10 mil unidades que prestam serviços para os Correios no Brasil. Como a empresa pública tem a obrigação de cobrir todo o território nacional, o presidente da estatal, Emmanoel Rondon, destacou que o fechamento dessas agências será realizado sem violar o princípio da universalização do serviço postal.
“A gente vai fazer a ponderação entre resultado [financeiro das agências] e o cumprimento da universalização para a gente não ferir a universalização ao fecharmos pontos de venda da empresa”, explicou o presidente dos Correios em coletiva de imprensa, em Brasília (DF).
Demissão Voluntária
O plano dos Correios prevê ainda cortes de despesas da ordem de R$ 5 bilhões até 2028, com venda de imóveis e dois planos de demissão voluntária (PDVs) previstos para reduzir o número de funcionários em 15 mil até 2027.
“A gente tem 90% das despesas com perfil de despesa fixa. Isso gera uma rigidez para a gente fazer alguma correção de rota quando a dinâmica de mercado assim exige”, disse.
O plano de reestruturação era esperado devido aos sucessivos resultados negativos que a estatal vem acumulando desde 2022, com um déficit estrutural de R$ 4 bilhões anuais “por causa do cumprimento da regra de universalização”, segundo justificou o presidente Rondon.
Neste 2025, a estatal registra um saldo negativo de R$ 6 bilhões nos nove primeiros meses do ano e está com um patrimônio líquido negativo de R$ 10,4 bilhões.
Empréstimo e abertura de capital
A companhia informou ainda que tomou um empréstimo de R$ 12 bilhões com bancos para reforçar o caixa da companhia, assinado na última sexta-feira (26). Porém, a direção dos Correios ainda trabalha para encontrar outros R$ 8 bilhões necessários para equilibrar as contas em 2026.
A estatal estuda ainda, a partir de 2027, uma mudança societária nos Correios. Atualmente, a companhia é 100% pública, mas avalia a possibilidade de abrir seu capital transformando-a, por exemplo, em uma companhia de economia mista, como é hoje a Petrobras e o Banco do Brasil.
Corte de pessoal e benefícios
O plano apresentado pelos Correios prevê medidas para serem implementadas entre 2026 e 2027, incluindo os PDVs, sendo um no próximo ano e outro em 2027.
Outros alvos da direção dos Correios são os planos de saúde e de previdência dos servidores, que devem ter cortes nos aportes feitos pela estatal.
“O plano [de saúde] tem que ser completamente revisto e a gente tem que mudar a lógica dele porque hoje ele onera bastante. Ele tem uma cobertura boa para o empregado, mas, ao mesmo tempo, financeiramente insustentável para a empresa”, justificou o presidente.
Com as demissões voluntárias e os cortes de benefícios, os Correios esperam reduzir as despesas com pessoal em R$ 2,1 bilhões anuais. Além disso, o plano estima vender imóveis da companhia para gerar R$ 1,5 bilhão em receita.
“Esse plano vai além da recuperação financeira. Ele reafirma os Correios como um ativo estratégico do estado brasileiro, essencial para integrar o território nacional, garantir acesso igualitário a serviços logísticos e assegurar eficiência operacional em cada região do país, especialmente onde ninguém mais chega”, concluiu o presidente dos Correios.
Crise no setor postal
Os Correios enfrentam uma crise financeira que, segundo a direção da companhia, vem desde 2016, motivada pelas mudanças no mercado postal em razão da digitalização das comunicações, que substituiu as cartas, reduzindo a principal fonte de receita.
A estatal também atribui dificuldades financeiras a entrada de novos competidores no comércio eletrônico como um dos motivos da atual crise do setor.
“É uma dinâmica de mercado que aconteceu no mundo inteiro e algumas empresas de correios conseguiram se adaptar. Várias dessas empresas ainda registram prejuízos. Um exemplo é a empresa americana de correios que está reportando prejuízo da ordem de US$ 9 bilhões”, comparou Emmanoel.
O presidente da estatal brasileira se referiu a empresa pública dos Estados Unidos (EUA) United States Postal Service (USPS), que também anunciou recentemente medidas para enfrentar os déficits financeiros.
Com informações da Agência Brasil
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O empresário Joeder de Oliveira Pinto completa 58 anos nesta terça-feira (30). Presidente do Sindicato das Indústrias de Gesso e Calcário do Maranhão (SINDUGESSO) e diretor de Assuntos Estratégicos da Gessosul, Joeder se destaca como uma das principais lideranças do setor de gesso e calcário no estado, com atuação voltada ao fortalecimento institucional, à defesa da indústria e ao desenvolvimento econômico regional.
Nascido em São Paulo, em 1967, e criado em Goiás, Joeder se estabeleceu no Maranhão em 1983. Possui formação em Filosofia, Teologia e Direito, além de atuar como corretor de imóveis. A união entre formação acadêmica, visão estratégica e experiência empresarial molda sua trajetória, marcada pela capacidade de articulação e pelo compromisso com resultados concretos para o setor produtivo.
À frente do Sindugesso-MA e do Grupo Gessosul, Joeder tem conduzido ações voltadas à valorização do polo gesseiro, ao diálogo com instituições públicas e ao fortalecimento das empresas do segmento, contribuindo para geração de emprego, renda e desenvolvimento em diversas regiões do Maranhão.
Em alusão ao aniversário, o jornalista Wellyngton Sampaio, titular do Portal do Sampaio, registrou uma mensagem de felicitações ao empresário: “Meu amigo, que essa nova etapa venha com ainda mais saúde, sabedoria e conquistas. Você é prova de que trabalho sério, visão e lealdade às origens constroem caminhos sólidos. Que Deus siga abençoando sua vida, sua família e tudo o que você lidera. Seguimos firmes, olhando sempre para frente.”
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A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Serviços Urbanos, Obras e Transportes, anunciou nesta segunda-feira (29), o início da obra de construção da Praça de São Pedro, localizada no bairro São Pedro. A intervenção será realizada em parceria com o Governo Federal e tem como objetivo promover o embelezamento urbano e oferecer mais qualidade de vida à população.
O anúncio foi feito pelas redes sociais oficiais do município. O prefeito Chiquinho FC (PT) esteve no local da obra, onde confirmou o início dos trabalhos nesta segunda-feira e informou que a previsão de conclusão é até o dia 30 de junho de 2026.

De acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura, o investimento total na obra é de R$ 337.161,75 (trezentos e trinta e sete mil, cento e sessenta e um reais e setenta e cinco centavos). O projeto contempla melhorias estruturais e urbanísticas, visando tornar o espaço mais moderno, acessível e adequado para o lazer e convivência da comunidade.
O secretário municipal de Infraestrutura, Márcio Esmero, destacou a relevância da obra para os moradores da região.
“A construção dessa praça é um sonho de toda a comunidade do bairro São Pedro, especificamente nesta área, onde temos a Igreja de São Pedro e a região é conhecida como Largo de São Pedro. Realizar este projeto urbanístico nesta área concretiza o planejamento da gestão municipal em realizar o embelezamento da cidade. Hoje está sendo iniciada a execução deste projeto lindíssimo que beneficiará toda a comunidade”, afirmou.

A reforma da Praça de São Pedro integra o conjunto de ações da administração municipal voltadas à valorização dos espaços públicos e ao fortalecimento da infraestrutura urbana de Codó.
Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Codó







