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Um pai foi preso, nesta terça-feira (25), suspeito de estuprar e engravidar a própria filha na cidade de Bom Jesus, no Sul do Piauí. Os abusos ocorriam desde 2019, quando a vítima tinha apenas 15 anos, segundo informou o delegado Juciêr Alyson ao MeioNews.
Ainda conforme o delegado, titular da Delegacia Seccional de Bom Jesus, durante as investigações, foi descoberto que o homem também vivia ameaçando de morte a filha. O crime veio à tona após a gravidez da vítima em agosto deste ano.
“Recebemos a denúncia e iniciamos a investigação. No decorrer da investigação percebemos que ele estava ameaçando a vítima e pedimos a prisão preventiva, que foi deferida e cumprida hoje, informou o delegado”.
A vítima tem uma irmã gêmea, e a guarda delas era compartilha entre os pais. O suspeito está à disposição da Justiça do Piauí.
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O Ministério da Saúde confirmou a compra de 1,8 milhão de doses da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em recém-nascidos e crianças pequenas.

O primeiro lote, com 673 mil doses, começa a ser distribuído aos estados ainda nesta semana — e o Maranhão está entre os prioritários, com a previsão de receber 25.480 doses.
A vacinação começará imediatamente após a chegada dos imunizantes às secretarias estaduais e municipais. A expectativa é que toda a campanha ocorra ao longo do mês de dezembro.
O investimento federal anunciado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, é de R$ 1,17 bilhão. O imunizante foi incorporado ao Calendário Nacional da Gestante e será aplicado a partir da 28ª semana de gestação.
O objetivo é proteger principalmente bebês de até 6 meses, faixa etária mais vulnerável às complicações do VSR. A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 80% do público-alvo. Além das doses deste ano, o governo já prevê a aquisição de mais 4,2 milhões até 2027.
A oferta da vacina pelo SUS, que na rede privada pode custar até R$ 1,5 mil, tornou-se possível após um acordo entre o Instituto Butantan e o laboratório fabricante, garantindo transferência de tecnologia e futura produção nacional do imunizante. Com isso, o Brasil passará a fabricar a vacina e ampliará a autonomia no abastecimento.
Com a chegada das doses às Unidades Básicas de Saúde, o Ministério orienta que as equipes verifiquem e atualizem a caderneta das gestantes, incluindo outras vacinas importantes, como as de influenza e covid-19. A nova vacina contra o VSR pode ser aplicada no mesmo dia desses outros imunizantes.
POR QUE A VACINAÇÃO É IMPORTANTE
O VSR é responsável por aproximadamente 75% dos casos de bronquiolite e 40% das pneumonias em crianças menores de dois anos. A vacina aplicada na gestante oferece proteção imediata ao recém-nascido e reduz significativamente o risco de hospitalizações.
Somente em 2025, até 15 de novembro, o Brasil registrou 43,1 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo VSR. Mais de 35,5 mil hospitalizações foram em crianças menores de dois anos — 82,5% do total.
Como a bronquiolite é causada por vírus, não há tratamento específico. O manejo clínico inclui terapia de suporte, hidratação, suplementação de oxigênio e broncodilatadores quando há chiado respiratório.
QUEM DEVE TOMAR A VACINA
A vacina é recomendada para todas as gestantes a partir da 28ª semana, independentemente da idade. A aplicação é de dose única e deve ser repetida a cada nova gestação.
Estudos clínicos, como o Estudo Matisse, demonstram eficácia de 81,8% na prevenção de quadros graves de VSR nos primeiros três meses de vida do bebê.
Em 2025, 15 das 16 vacinas do Calendário Nacional apresentaram aumento de adesão, revertendo a queda registrada desde 2016.
Mais de 1,2 milhão de doses foram aplicadas em estudantes por meio de ações nas escolas, além de 7 milhões durante a multivacinação.
A tríplice viral — que protege contra sarampo, caxumba e rubéola — atingiu 91,8% de cobertura da primeira dose em 2025. O Brasil segue certificado pela OMS como país livre do sarampo.
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“Tenho certeza que onde minha mãe estiver, ela está muito feliz, pois esta iniciativa vai ajudar não só os filhos dela, mas os de muitas outras pessoas”. A fala é de Herlen Ferreira, adolescente que ficou órfã ao perder a mãe em decorrência do feminicídio este ano e se refere à sanção da lei que cria auxílio financeiro, feita pelo Governo do Maranhão nesta segunda-feira (24), garantindo acesso imediato e prioritário à educação para crianças e adolescentes órfãos de feminicídio.
Na mensagem governamental de encaminhamento da matéria à Assembleia, o governador Carlos Brandão afirmou que a proposição vai suprir as necessidades básicas dos órfãos, decorrentes da perda da mãe e prisão do genitor (na maioria das vezes), em razão do crime de feminicídio, que acarreta, muitas vezes, em grave situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Durante a solenidade de sanção da lei, realizada no Salão de Atos do Palácio dos Leões, em São Luís, o governador Carlos Brandão ressaltou que a medida é um gesto de justiça, para garantir dignidade, acolhimento e uma oportunidade de recomeço a essas famílias.
“Desde o primeiro momento compreendemos que se tratava de uma iniciativa que ultrapassa o campo jurídico e financeiro. É uma resposta humanitária, que reconhece o impacto profundo que o feminicídio causa nas famílias e, especialmente, nas crianças que ficam sem as mães”, declarou o governador.
Brandão também aproveitou a oportunidade para fazer um chamamento a todos os poderes constituídos e à sociedade maranhense. “Hoje é também uma oportunidade de debatermos com todos os poderes e a sociedade civil o combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. Somente no primeiro semestre deste ano, a Justiça concedeu 13 mil medidas protetivas. No entanto, dados do Conselho Nacional de Justiça mostram que 60% das mulheres vítimas de violência ainda têm algum tipo de receio de denunciar seus agressores. Precisamos garantir às mulheres que são agredidas a confiança e segurança necessária para buscarem a ajuda dos órgãos competentes para quebrarem o ciclo de violência”, pontuou.
Surgimento da lei
A lei que determina o pagamento mensal de meio salário mínimo para cada filho de mulher vítima de feminicídio até que completem 18 anos de idade é decorrente do Projeto de Lei (PL) nº 499/2025, de iniciativa do Poder Executivo Estadual, que alterou a Lei nº 11.723, maio de 2022, a partir de indicação da deputada Daniella.
A nova lei estabelece diretrizes para a instituição do programa “Órfãos do Feminicídio: Atenção e Proteção no âmbito do Estado do Maranhão”. O PL foi aprovado por unanimidade pelo plenário da Assembleia Legislativa e sancionado nesta segunda-feira (24) pelo governador Carlos Brandão.
Ações de combate a violência contra a mulher
A iniciativa soma-se a outras ações do Governo do Maranhão no combate a todas as formas de violência contra a mulher, como as Delegacias da Mulher e as Patrulhas Maria da Penha, além de fortalecer a proteção de crianças que enfrentam as consequências deste tipo de crime.
“Quando assumimos o Governo o Estado, tinha nove Patrulhas Maria da Penha. Hoje, são 29. Também tínhamos uma Casa da Mulher Brasileira, em São Luís, e uma Casa da Mulher Maranhense, em Imperatriz. Agora, já são cinco casas da Mulher Maranhense com a previsão de chegarmos a 18. Nosso governo tem feito muitas ações para romper o ciclo de violência doméstica no estado e vai seguir trabalhando firme em parceria com os demais poderes e a sociedade”, informou Brandão.
A proposta encaminhada pelo Governo do Maranhão à Assembleia Legislativa se somou à que já havia sido encaminhada pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA). “É de fundamental importância que o Governo do Maranhão não apenas abrace como lidere esta política pública. Agora, as crianças e adolescentes que perderem as mães para o feminicídio, além da ajuda financeira, terão assistência psicológica e social, tendo melhores condições de superarem o trauma e recomeçarem suas vidas”, avaliou o procurador Geral de Justiça, Danilo Castro.
Comoção
A proposta nasceu a partir da comoção pública gerada pela história do pequeno Luís Fernando e de seus irmãos. A criança natural de Pedro do Rosário, a 341 quilômetros de São Luís, fez relato emocionante que viralizou nas redes sociais e comoveu o Maranhão. A mãe do menino foi morta pelo companheiro a facadas em fevereiro deste ano.
Nas imagens em que o menino aparece chorando e com a voz embargada, ele desabafa como seria a sua vida caso a mãe, Cirani Lopes Ferreira, ainda estivesse viva. “Se ela tivesse viva, eu não ‘tava’ desse jeito aí… Todo sujo”, diz a criança em um trecho do vídeo.
Luís Fernando e os irmãos estiveram em São Luís à convite do governador Carlos Brandão para participar da solenidade. Eles vieram acompanhados do jornalista e radialista William Vieira, que chamou atenção para o caso em suas redes sociais.
Herlen Ferreira, irmã mais velha de Luís Fernando, falou que, apesar da tristeza de ter perdido a mãe, ficou feliz pela iniciativa do Governo do Maranhão, pois ajudará muitas famílias no estado, incluindo a sua. “Esse auxílio vai ajudar a gente bastante, principalmente a comprar alimento. Fico feliz que por causa do vídeo do Luís Fernando a gente está vivendo este momento. Ela não vai trazer nossa mãe de volta, mas vai ajudar muitas famílias e muitas crianças”, disse.
Fortalecimento das políticas de proteção às crianças e adolescentes
Abigail Cunha, secretária de Estado da Mulher, afirmou que a sanção da lei fortalece as ações já em andamento dentro das políticas de combate e reparação à violência contra a mulher. “O feminicídio desestrutura totalmente a família, pois além de deixar os filhos órfãos de mãe, o pai, se não for preso, fica foragido. Então, os menores ficam à deriva. Esta nova lei reforça as políticas sociais, de acolhimento e de educação para estas crianças e adolescentes, que são vítimas indiretas da violência doméstica”, assinalou.
A secretária de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular, Lilia Raquel de Negreiros, frisou que a lei sancionada é uma importante política de reparação dos direitos das crianças e adolescentes órfãos de mãe em decorrência do feminicídio. “ O Governo do Maranhão dá um grande passo à frente, pois, além do pagamento do auxílio financeiro, teremos o monitoramento psicossocial, de saúde e educação para que todas estas crianças e adolescentes tenham, de fato, seus direitos garantidos”, explicou.
Susan Lucena, diretora da Casa da Mulher Brasileira, em São Luís, afirmou que a lei estadual garante efetividade no auxílio às crianças e adolescentes que perdem a mãe. “Embora já exista uma lei federal, ela se mostrou pouco efetiva por conceder uma pensão especial que não pode ser somada a outros benefícios sociais que sejam recebidos por estas famílias. Agora vem esta lei estadual que, sim, traz efetividade, garantindo que até os 18 anos esses menores sejam assistidos por toda uma rede de acolhimento”, ressaltou.
A norma aprovada estabelece que são beneficiários do auxílio financeiro as crianças e adolescentes que tenham ficado órfãos em decorrência de feminicídio consumado, sejam menores de 18 anos e em situação de vulnerabilidade social, comprovem residência no Estado do Maranhão por, no mínimo, dois anos e tenham renda per capita igual ou inferior a um quarto do salário-mínimo.
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A Prefeitura de Codó oficializou, nesta segunda-feira (24), a retomada das atividades da tradicional Banda de Música Municipal Euterpe, um dos mais importantes símbolos culturais e históricos do município. O anúncio foi feito pelo prefeito Chiquinho FC (PT) durante encontro com os integrantes do grupo, realizado no Salão Nobre da Prefeitura.
O momento contou com a presença do secretário municipal de Cultura, Luís Claudino, do deputado estadual Francisco Nagib (PSB) e de membros da Secretaria de Cultura. A solenidade foi marcada por uma apresentação vibrante da banda, que emocionou o público e reforçou a relevância do conjunto para a identidade cultural codoense.
Fundada oficialmente em 1960, a Banda Euterpe nasceu com o objetivo de formar músicos da própria cidade e preservar a tradição das antigas bandas locais. Ao longo de mais de seis décadas, enfrentou desafios, passou por renovações e hoje ressurge fortalecida por meio do incentivo da Prefeitura de Codó, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.
Reconhecida como um patrimônio vivo da cidade, a Banda Euterpe é presença marcante em festas populares, procissões, eventos cívicos e momentos históricos da comunidade. Sua retomada representa a valorização de uma tradição que atravessa gerações.
Durante o encontro, o prefeito Chiquinho FC anunciou duas importantes novidades para o fortalecimento do trabalho musical no município: a abertura da primeira Escola de Música Municipal, que irá formar novos talentos locais, e a criação de uma sede própria para a Banda Euterpe, espaço que servirá para ensaios e atividades internas. A inauguração do novo local deve ocorrer em breve.
O secretário de Cultura, Luís Claudino, ressaltou a importância do retorno da banda para a vida cultural de Codó.
“Codó vive um momento de muita importância com a retomada da Banda Euterpe, que faz parte da história do município com mais de 60 anos de tradição e há 40 anos carrega o nome Euterpe. Muitos músicos já passaram por ela e contribuíram para essa trajetória. A cultura e a música codoenses ganham muito com isso”, afirmou.
O prefeito reforçou o compromisso da gestão com a valorização da música local e com a preservação do legado cultural da cidade.
“Ao iniciarmos a gestão, reativar a Banda Euterpe já era uma ação planejada. Queremos que a banda recomece de forma organizada, para que se destaque no município e se torne referência regional. Fizemos seleção de músicos, estamos preparando instrumentos, fardamentos e garantindo todas as condições para que a Banda alcance esse propósito”, destacou Chiquinho FC.
Com a iniciativa, a Prefeitura de Codó reafirma seu investimento na promoção da cultura, garantindo a continuidade do legado da Banda Euterpe e reforçando a importância da música como expressão da identidade codoense.
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A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar convoca todos os beneficiários selecionados pelo Programa Maranhão Livre da Fome que ainda não receberam seus cartões para fazerem a retirada.
O Programa é uma iniciativa do Governo do Estado do Maranhão que tem o objetivo de promover a segurança alimentar, visando erradicar a fome no estado. Ele garante um complemento financeiro de R$200 às famílias beneficiárias do Bolsa Família que, mesmo recebendo a ajuda federal, ainda vivem com renda mensal inferior a R$218 per capita (por pessoa), portanto, permanecem abaixo da linha da extrema pobreza.
A entrega dos cartões será realizada nesta quarta-feira (26), às 8h, na Escola Estevam Ângelo. Os beneficiários devem comparecer OBRIGATORIAMENTE com RG e CPF para fazer a retirada.
Esta é a última chamada. Não perca a oportunidade!
A lista dos beneficiários está disponível no site da Prefeitura (https://www.codo.ma.gov.br/)
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A presidente da Comissão das Mulheres do Agro em Codó e da Associação dos Criadores dos Vale do Itapecuru, Inalda Beder, prestigiou e participou ativamente da 1ª edição da Agroleste, realizada entre os dias 19 e 21 de novembro no Parque Empresarial de Caxias, um evento que reuniu diversos segmentos ligados ao agronegócio e ao desenvolvimento do campo. A feira contou com a participação de representantes do poder público, empresas, produtores de grãos, instituições de pesquisa e capacitação, serviços bancários e pequenos empreendedores.
Durante a programação, Inalda esteve presente na Roda de Conversa com mulheres líderes do setor agropecuário, como Ani Sanders (Fazenda Progresso – PI), Bethania Santos (Presidente da Aproleste), Rossana Aboud (Fazenda África – PI) e Keyssiane Soeiro, representante da Comissão das Mulheres do Agro do Estado do Maranhão. O encontro foi marcado pela troca de experiências, fortalecimento de parcerias e incentivo ao protagonismo feminino dentro da cadeia produtiva.
Protagonismo feminino e as perspectivas do Agro em 2026
Em entrevista, Inalda falou sobre o papel estratégico das mulheres no campo e as perspectivas de crescimento para o ano de 2026, reforçando a importância de ampliar espaços, oportunidades e políticas voltadas ao empreendedorismo feminino no agronegócio.
“A participação das mulheres no Agro cresce a cada dia e precisamos garantir visibilidade e apoio para que mais mulheres ocupem posições de liderança. A Agroleste foi um momento importante para fortalecer a conexão com o setor agrícola e com as diversas entidades presentes, um momento de articulação e construção de novas parcerias. Esses diálogos são essenciais para impulsionar iniciativas que beneficiem todos os envolvidos no agronegócio e promovam o desenvolvimento sustentável do campo. Estamos avançando com planejamento e muitas perspectivas positivas para 2026.”, destacou Inalda Beder.
Perspectivas para ExpoCodó 2026
Além do Encontro das Mulheres do Agro, realizado durante o evento, Inalda Beder também manteve diálogo institucional com autoridades estaduais. A recém empossada presidente da ACRIVI realizou contato direto com o secretário de Agricultura do Maranhão, Fábio Gentil, iniciando tratativas e alinhamentos importantes para o fortalecimento de projetos e para a organização da 52ª Expo Codó — uma das maiores feiras agropecuárias do estado.
A presidente da Comissão das Mulheres do Agro esteve ainda ao lado do presidente do SINCODÓ, Iedo Barros, dos membros da Diretoria da ACRIVI, Idelfonso Barros e Cristiano Béder, reforçando a união de forças e o compromisso em promover o desenvolvimento sustentável do agronegócio regional. Com protagonismo, articulação e visão de futuro, Inalda segue liderando iniciativas que elevam o Agro maranhense e consolidam o papel decisivo das mulheres no setor.







