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ATUALIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES AS 16H30
ATUALIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES
O corpo localizado foi de Rilary Micaelly Almeida Queiroz, de 17 anos no encontro do Rio Itapecuru com o Rio Codozinho, na tarde deste sábado (14), em Codó (MA). O acidente foi registrado na sexta-feira (13).
Josimar teria entrado no rio para tentar salvar uma adolescente, identificada como Rilary Micaelly Almeida Queiroz, de 17 anos, que estava se afogando. No entanto, ele também se afogou. O acidente causou comoção na cidade.
Buscas pelo homem continuam
As buscas pelo homem continuam neste sábado. O Corpo de Bombeiros Militar está utilizando de barco e mergulhadores para tentar localizar o corpo.
O blog do Sampaio entrevistou o Major Belo, que deu mais informações sobre o caso.
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Nesta sexta-feira (13), uma mulher morreu após ter sido atacada por três cachorros da raça rottweiller. O caso aconteceu em Camamu, Bahia. As informações são do G1.
A vítima foi identificada como Maria Bárbara Conceição de Jesus. Ela estava andando quando foi surpreendida e mordida.
Segundo informações iniciais, os animais eram de uma propriedade privada e não costumavam ficar soltos na região. Ainda não se sabe como eles conseguiram sair do imóvel, mas os caseiros do local foram à delegacia para prestar esclarecimentos.
A Polícia Civil investiga o caso.
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Na tarde desta sexta-feira (13), uma colisão entre duas motocicletas deixou dois homens feridos na avenida Santos Dumont, em Codó. O acidente envolveu uma moto modelo Honda Bros e outra moto modelo Honda Fan, resultando em consequências graves para os condutores e impactando o trânsito na avenida.
O acidente ocorreu por volta das 16h40. O impacto foi tão forte que as duas motocicletas ficaram destruídas.
Os dois condutores, que não foram identificados, foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhados para o Hospital Geral Municipal (HGM).
A causa do acidente ainda está sendo investigada, mas a Polícia Militar acredita que o excesso de velocidade pode ter sido um dos fatores que contribuíram para a colisão.
VÍDEO:
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Um vídeo, que circula nas redes sociais, ganhou repercussão, nessa quinta-feira (12), devido à cena de ameaça à vida de dois pescadores, que, supostamente, teriam adentrado uma área privada, sem autorização do homem que porta uma espingarda calibre 12. A todo momento, ele ameaça disparar contra pai e filho.
O caso aconteceu na terça-feira (10), no povoado Lagoa do Sapo, no município de Magalhães de Almeida.
As ameaças e humilhações foram gravadas. Nas imagens, o dono da fazenda, identificado como Márcio, aparece armado com uma espingarda e afirma que o vídeo foi gravado para denunciar uma suposta invasão de terras. Entre as ameaças ele diz: “É isso que eu faço com quem invade as minhas terras”.
A vítima, que aparece no vídeo, pescava em uma lagoa que passa por dentro da propriedade do fazendeiro. Sob a mira da espingarda, o pescador implora para não morrer.
O homem chama pelo pai, que também está no local pescando com outros dois amigos. Os quatro homens são expulsos da fazenda e obrigados a deixar todo o material da pesca. Uma das vítimas tem 74 anos e faz tratamento contra um câncer.
Os homens, que são de uma comunidade vizinha à propriedade, relataram que pescam na região com frequência. Eles tentaram registrar um boletim de ocorrência na Delegacia de Araioses, mas foram informados de que o sistema estava fora do ar. Em seguida foram encaminhados para a cidade de Magalhães de Almeida, onde denunciaram o crime.
A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão (OAB-MA), diz que mais de 70% do território maranhense não tem certificação, o que potencializa conflitos dessa natureza. E que mesmo que essa seja uma propriedade particular, o homem armado que aparece no vídeo deve responder criminalmente.
Fonte: Central de Notícias
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No Maranhão, 90,2% das crianças e adolescentes estão na pobreza, em suas múltiplas dimensões, é o que alerta o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no novo relatório “Pobreza Multidimensional na Infância e Adolescência no Brasil”, que foi lançado na última terça-feira (10).
Em todo o Brasil, entre 2019 e 2022, o percentual de meninas e meninos vivendo na pobreza, em suas múltiplas dimensões, caiu de forma de 62,9% para 60,3%. No Maranhão, passou de 92,4% em 2019 para 90,2% em 2022.
Apesar dessa diminuição, o percentual ainda é alto, e o estado apresenta o quarto pior resultado do país, ficando atrás apenas do Amapá (91,7%), Piauí (91,6%) e Pará (91,2%).
Esse relatório, segundo o UNICEF, visa alertar para a urgência de priorizar políticas públicas intersetoriais voltadas para crianças e adolescentes no Brasil, em especial no Norte e Nordeste. O UNICEF destaca que, quando se fala em pobreza, não se refere apenas a renda, mas sobre uma série de outros fatores.
“A pobreza na infância e adolescência vai além da renda, e precisa ser olhada em suas múltiplas dimensões. Estar fora da escola ou sem aprender, viver em moradias precárias, não ter acesso a renda, água e saneamento, não ter uma alimentação adequada e não ter acesso à informação são privações que fazem com que crianças e adolescentes estejam na pobreza multidimensional”, explica Santiago Varella, especialista em Políticas Sociais do UNICEF no Brasil.
O estudo “Pobreza Multidimensional na Infância e Adolescência no Brasil” apresenta uma análise de dados de 2016 a 2022 e analisa o acesso de crianças e adolescentes a seis direitos básicos:
renda
educação
informação
água
saneamento
moradia
O relatório se baseia na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC) e enfatiza a necessidade de ações coordenadas e urgentes para garantir que cada criança e adolescente tenha acesso pleno aos seus direitos.
Além de mapear as múltiplas dimensões da pobreza – alimentação, renda, educação, moradia, água, saneamento e informação –, o estudo categoriza as privações em intermediária (acesso ao direito de maneira limitada ou com má qualidade) e extrema (sem nenhum acesso ao direito), de acordo com critérios como faixa etária, dados disponíveis e legislação do País. Há também análises por estado e cor/raça.
Veja, abaixo, o percentual do Maranhão em cada um dos itens que integram a ‘Pobreza Multidimensional’.
Renda – diz respeito ao número de crianças e adolescentes vivendo abaixo de um nível mínimo de recursos para satisfazer suas necessidades. No Maranhão, em 2022, eram 58,38% crianças e adolescentes sem renda suficiente.
Água e saneamento – a privação de saneamento permanece sendo a que mais impacta crianças e adolescentes no Brasil. No Maranhão, 79,64% das crianças não tinham acesso a saneamento básico em 2022.
Em relação ao acesso à água potável, essa porcentagem era de 14,66% no estado.
Educação – na dimensão de educação, o estudo analisa dois aspectos: estar na escola e estar alfabetizado. Os dados revelam uma piora visível no quesito alfabetização: a proporção de crianças de 7 anos que não sabem ler nem escrever saltou de 20% para 40% entre 2019 e 2022 no Brasil, especialmente entre crianças negras e aquelas afetadas pela pandemia durante o período de alfabetização. Não há, no estudo, dados abertos de alfabetização por Estado.
Os dados relativos a “estar na escola na idade certa” apresentam melhora, mas a informação pode estar relacionada apenas à aprovação automática na pandemia de covid-19.
Moradia – A questão do acesso à moradia adequada continua a ser um desafio significativo que impacta diretamente a qualidade de vida de crianças e adolescentes em todo o Brasil. No Maranhão, 11,53% de meninas e meninos são afetadas por essa privação.
Informação – O acesso à internet e à televisão foi um dos índices que ajudaram a impulsionar a tendência de redução das privações entre crianças e adolescentes. No Maranhão, 7,71% não tem acesso a esse direito.
Sobre o UNICEF
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) trabalha em alguns dos lugares mais difíceis do planeta, para alcançar as crianças mais desfavorecidas do mundo.
Em 190 países e territórios, o UNICEF trabalha para cada criança, em todos os lugares, para construir um mundo melhor para todos.
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O advogado e atual Secretário de Assistência Social, Jorge Pitombeira, assumiu a presidência do Partido Democracia Cristã (DC) em Codó (MA). A nomeação de Pitombeira para esse cargo é mais um passo em sua crescente influência no cenário político codoense, com o apoio do grupo político do prefeito Dr. Zé Francisco.
Desde que assumiu a Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), Jorge tem se destacado à causa social.
Dentro do grupo político do prefeito Dr. Zé Francisco, Jorge Pitombeira tem sido cotado como um possível candidato a vereador nas eleições do próximo ano.
Clique AQUI e Veja a Certidão completa da Composição do Partido Democracia Cristã em Codó
SOBRE O PARTIDO
O Democracia Cristã (DC) é um partido político brasileiro de centro-direita de orientação democrata cristã. O DC defende a promoção do bem comum, a valorização da família e a proteção dos direitos individuais, ao mesmo tempo em que busca um equilíbrio entre a intervenção estatal e a iniciativa privada. Essa abordagem tem atraído eleitores que buscam uma alternativa que combine valores religiosos com uma atuação política centrada no compromisso com o desenvolvimento e o bem-estar da comunidade







