Bebê de 11 meses morre e cinco pessoas ficam feridas após ataques a tiros no interior do MA

A noite de quinta-feira (7) foi marcada por três tentativas de homicídios registradas em sequência, que resultaram na morte de um bebê de 11 meses entre as seis vítimas baleadas em Imperatriz.

O primeiro caso aconteceu no bairro Maranhão Novo, com uma pessoa atingida na rua Mário Andreazza por uma dupla de moto. A vítima foi encaminhada ao hospital e está fora de perigo.

A segunda tentativa de homicídio foi registrada no bairro Vila Lobão, com duas pessoas atingidas a tiros, sendo que uma das vítimas levou um tiro na perna. Elas também não correm risco de morte. Nos dois primeiros casos, de acordo com as características informadas pelas testemunhas, os suspeitos dos disparos podem ser os mesmos.

A terceira tentativa de homicídio aconteceu no bairro Nova Imperatriz, na rua Leão XIII, por volta de 20h30. Um jovem de 18 anos e o pequeno José Anthony Marques Pimenta, de 11 meses, que estava em seu colo foram atingidos, além de um homem de 46 anos. Todos estavam sentados na calçada quando os suspeitos passaram e fizeram os disparos. O tio do bebê levou um tiro no braço, enquanto o garoto foi atingido no peito. Apesar do socorro, o óbito do bebê foi constatado ao chegar no hospital.

Policiais militares do 3º e 14º Batalhão fazem rondas à procura dos suspeitos. Investigadores da Delegacia de Homicídios também buscam informações e imagens dos criminosos.

informações divulgas pelo Imirante

Saiba quem era o jovem encontrado morto com sinais de execução em Codó

Na madrugada deste domingo (10), o corpo de Eduardo Oliveira Rios, de 22 anos, foi encontrado em uma área de mato próximo ao Sítio do Naldo, no Bairro Santo Antônio, em Codó (MA). A vítima apresentava três disparos de arma de fogo no tórax e um na cabeça, configurando um crime com características de execução.

De acordo com informações de populares, o crime teria acontecido por volta das 2h30 da madrugada. Dois indivíduos em uma motocicleta teriam chegado ao local onde Eduardo se encontrava. Um dos suspeitos teria chamado a vítima pelo nome, enquanto o outro efetuou diversos disparos de arma de fogo contra Eduardo, que não teve chance de se defender.

Até o momento, não há informações sobre a autoria ou a motivação do crime. A  4ª Delegacia Regional de Codó, está investigando o caso.

Informações fornecidas pela jornalista Emanuela Carvalho

Codoense é assassinado em Barra do Garças e IML busca identificar familiares em Codó para translado do corpo

Um jovem codoense foi brutalmente assassinado em Barra do Garças, Mato Grosso, e autoridades estão buscando identificar seus familiares em Codó (MA) para realizar o translado do corpo. Maurício Rodrigues da Silva, de 21 anos, foi encontrado sem vida na manhã deste sábado (9) na rua Brilhante, no setor Nova Barra. Maurício, que trabalhava nas obras do Residencial Carvalho, tinha uma tatuagem no braço esquerdo com a frase ‘Deus é Fiel’ e vestia bermuda jeans azul e camiseta vermelha no momento do crime.

O jovem, que completaria 22 anos no próximo dia 25 de março, deixou sua cidade natal, Codó, para prestar serviços na conclusão das 1.432 casas do conjunto residencial em Barra do Garças. O caso está sendo investigado pela 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças, que busca informações para capturar o criminoso responsável pelo brutal assassinato.

A identificação de Maurício foi possível graças à divulgação de sua foto, que ajudou colegas de trabalho a reconhecê-lo e procurar as autoridades. A polícia solicita que qualquer pessoa que tenha informações sobre o crime entre em contato de forma anônima através do telefone 190 da Polícia Militar ou pelo número 66 3401 1200 da Polícia Civil.

Enquanto isso, o Instituto Médico Legal (IML) está em busca dos parentes de Maurício em Codó, Maranhão, para proceder com o translado do corpo e permitir que a família possa prestar as últimas homenagens ao jovem codoense vítima dessa tragédia.

Vale tem 155 vagas afirmativas de emprego para mulheres em todo o MA

O processo de recrutamento da Vale vem mudando ao longo dos anos e está alinhado com a transformação cultural pela qual a empresa está passando. A intenção é fazer da mineradora uma empresa cada vez mais diversa e inclusiva. A jornada inclui ampliar a representatividade de mulheres na força de trabalho, dobrando a representatividade de mulheres de 13% para 26% até 2025.

Vagas afirmativas para mulheres
Além de promoção interna, a abertura de vagas afirmativas para mulheres é uma das estratégias utilizadas para viabilizar e acelerar o alcance da meta de equidade. No Maranhão, atualmente são 155 vagas abertas na modalidade preferencial e afirmativa para mulheres.

Há oportunidades para engenheiras, mecânicas, eletricistas, técnicas, entre outras. As vagas exigem diferentes níveis de escolaridades e experiência. Para checar as oportunidades disponíveis e se candidatar, acesse: www.vale.com/oportunidades. Em 2023, 379 vagas da empresa no Maranhão foram fechadas com a contratação de mulheres.

Cerca de 45% dessas vagas estão relacionadas aos Programas de Porta de Entrada, como Jovem Aprendiz, Estagio e Trainee Operacional, que não exigem experiência prévia ou formação superior completa. Atualmente, a Vale emprega no Maranhão cerca de 22 mil pessoas, entre diretos e contratados permanentes.

Beber refrigerante zero pode aumentar risco de arritmia cardíaca

Pesquisadores chineses descobriram que o costume de beber sete ou mais latas de refrigerante zero por semana pode aumentar o risco de desenvolver arritmia cardíaca a longo prazo. Os resultados do estudo foram publicados na última terça-feira (5/3) na revista científica Circulation: Arrhythmia and Electrophysicalology.

Participaram do levantamento 200 mil adultos do Reino Unido que não foram diagnosticados com problemas cardíacos. Os cientistas os acompanharam ao longo de 10 anos por meio de questionários alimentares e amostras sanguíneas para medir o risco de desenvolver arritmia cardíaca.

Os autores concluíram que os indivíduos que bebiam cerca de sete latas de bebidas adoçadas artificialmente durante a semana tinham um risco 20% maior de vir a ter arritmia cardíaca em comparação com pessoas que não as bebiam.

A arritmia cardíaca provoca uma irregularidade no ritmo do coração, ou seja, ele bate muito devagar ou rápido demais. Os sintomas podem variar entre palpitações, falta de ar, tontura ou desmaios. Porém, existem casos assintomáticos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac), a condição pode ser transitória ou crônica.

Não vamos liberar a maconha, diz Barroso

Apesar da insistência da Frente Parlamentar Evangélica e da bancada católica por um adiamento, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, confirmou para esta quarta-feira a retomada do julgamento sobre a descriminalização da maconha para uso pessoal. Até agora, cinco ministros votaram para liberar a prática sem que o usuário sofra penalidade. Os magistrados avaliam qual será a quantidade limite que não caracterize tráfico. Até o momento, a sugestão mais aceita é de até 60 gramas.

Barroso recebeu os parlamentares das bancadas evangélica e católica, nesta terça-feira, na sede do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, para tratar do tema. Eles pediram ao ministro que adiasse a votação.

Segundo nota emitida pelo STF, Barroso explicou que a Corte não decidirá sobre liberação das drogas, mas, sim, a respeito dos parâmetros para dizer o que é caracterizado como tráfico ou porte para consumo pessoal. O ministro ressaltou que foi o próprio Congresso Nacional que derrubou a pena de prisão para o porte de drogas.

Também conforme o comunicado, Barroso afirmou compreender a preocupação, mas disse que sempre que há um tema controvertido em julgamento são formulados pedidos de adiamento. Ele afirmou não ser possível atender, pois a pauta ficaria esvaziada.

“Não vamos liberar a maconha. Eu sou contra as drogas e sei que é uma coisa ruim. E é papel do Estado combater o uso de drogas ilegais e tratar o usuário”, enfatizou, durante a reunião.

O presidente do STF se dispôs a discutir em conjunto com as bancadas alternativas para lutar contra o tráfico por meio de políticas públicas. “O tráfico está dominando nosso país e temos que admitir que o que estamos fazendo agora não está dando certo. Precisamos mudar nossos planos. Vamos conversar em conjunto, sem ideologias”, frisou.

Antes da reunião, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Eli Borges (PL-TO), disse ao Correio que o grupo tentaria adiar a sessão do tribunal para que o assunto fosse mais bem debatido e que fossem esclarecidos “os riscos e as consequências da liberação da maconha”. “É fundamental que a sociedade se manifeste. E temos certeza de que, diante do que se vê no mundo, onde foi liberado, irá se posicionar contra”, assegurou.

Na gestão da ministra aposentada Rosa Weber como presidente do STF, parlamentares evangélicos fizeram pressão para que o tema fosse retirado da pauta de julgamentos ou que a Corte se abstivesse de analisar o assunto e aguardasse manifestação do Congresso.

O tema foi pautado justamente por Rosa Weber. A medida é vista como importante para reduzir o encarceramento em massa no país e evitar prisões sem justificativa relevante de moradores da periferia, principalmente pessoas negras.

Em uma das sessões sobre o caso, o relator, ministro Alexandre de Moraes, destacou que na ausência de uma definição legal da quantidade permitida por usuário, a polícia está praticando parâmetros por conta própria. O magistrado destacou casos de moradores da periferia presos por tráfico portando menos de 10 gramas, enquanto nos bairros mais ricos, usuários pegos com até 100 gramas não eram acusados de tráfico.

Medidas educativas
Atualmente, o artigo 28 da Lei Antidrogas prevê que é crime adquirir, guardar e transportar entorpecentes para consumo pessoal. No entanto, não fixa pena de prisão, mas, sim, a aplicação de medidas educativas, como a obrigação de fazer um curso contra drogas, prestação de serviços à comunidade ou advertência. O delito de tráfico de drogas, ou seja, porte, armazenamento ou transporte para venda ilegal, não está em análise e continuará sendo punido com pena que pode variar de 5 a 20 anos de reclusão.

O julgamento será retomado com o voto-vista do ministro André Mendonça. No ano passado, ele pediu mais tempo para analisar o caso. Devolve o processo agora em razão do prazo regimental máximo de 90 dias para manter uma ação travada para avaliação pessoal. Outros quatro ministros ainda precisam votar: Dias Toffoli, Luiz Fux, Kássio Nunes Marques e Cármen Lúcia. Se um deles for favorável, a decisão estará tomada.

A Corte julga o caso da prisão em flagrante de um homem que portava três gramas de maconha dentro do centro de detenção provisória de Diadema (SP). A Defensoria Pública alega que a proibição viola direito à privacidade e a liberdades individuais.

*Correio Braziliense*

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