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Uma criança de sete anos, identificada como Cícero Machado Cardoso, morreu na madrugada deste domingo (17), após ser atingida na cabeça por uma bala perdida, durante um tiroteio ocorrido na cidade de Bacabal (MA).
Segundo informações da Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), o homicídio aconteceu por volta das 2h deste domingo durante uma troca de tiros ocorrida na Rua Goiás, situada no bairro Pantanal, em Bacabal. Dois homens, identificados apenas como Wagner e Pretinho, iniciaram uma discussão e logo após começaram a trocar tiros no local. Um dos disparos atingiu o menino na cabeça.
De acordo com a polícia, a criança atingida ainda chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Laura Vasconcelos, localizado na cidade, mas não resistiu a gravidade dos ferimentos e morreu. Cícero Machado Cardoso era natural do município de Cuiabá, no estado do Mato Grosso. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
Com informações G1
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Um forte tornado atingiu a região do Tennessee (EUA) no último sábado (16) e por pouco não custou a vida de um bebê de quatro meses. Na ocasião, a ventania levou o pequeno dentro do berço para longe. Os pais, que acreditavam que o filho não sobreviveria, se surpreenderam ao encontrá-lo com vida na copa de uma árvore sob uma forte chuva, após a passagem do tornado.
Em entrevista ao Good Morning America, a mãe do bebê, Sydney Moore, de 22 anos, relatou como os acontecimentos se desenrolaram. De acordo com ela, o tornado destruiu a casa em que residiam, arrancando até mesmo o teto e levando o bebê, cujo nome é Lord.
– A ponta do tornado desceu e pegou o berço com o meu bebê, Lord, dentro dele. Ele foi a primeira coisa a subir – narrou.
Além de Lord, Sydney também é mãe de outro bebê, Princeton, de um ano. Segundo ela, seu noivo, Aramis Youngblood, se jogou a fim de proteger Lord, mas também acabou sendo levado. Já a mãe se dedicou a tentar salvar Princeton.
– Ele [Aramis] estava segurando o berço o tempo todo, e eles formaram círculos e então foram jogados. Algo em mim me disse para correr e pular em cima do meu filho [Princeton]. Literalmente no momento em que pulei nele, as paredes desabaram. Eu estava realmente arrasada. Não conseguia respirar – acrescentou.
Passada a força do tornado, Sydney saiu dos escombros com o bebê de um ano e encontrou o noivo. Na sequência ambos buscaram, sem esperanças, pelo filho caçula. Mas para a surpresa do casal, o pequeno estava na copa de uma árvore, “como se tivesse sido posto suavemente na árvore por um anjo”.
– Achei que ele estava morto. Eu tinha certeza de que ele estava morto e que não iríamos encontrá-lo. Mas ele está aqui, e isso é pela graça de Deus. Morrerei pelos meus filhos. E meu noivo faria a mesma coisa – garantiu ela.
Sidney e os bebês sofreram apenas cortes e hematomas superficiais, enquanto Aramis teve o braço e ombro quebrado. Eles abriram uma conta na página de financiamento coletivo GoFundMe a fim de arrecadar ajuda para restaurar a casa e o carro destruídos pelo tornado.
Com informações Pleno News
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Durante a cerimônia da assinatura de contrato de início das obras do empreendimento Copa do Povo, parte do Minha Casa, Minha Vida, em São Paulo, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pediu que Deus não o leve ainda. O petista, que atualmente tem 78 anos, afirmou querer viver até os 120 e declarou ser “bonzinho”.
– Eu peço para Deus todo dia, se você quiser me levar, coloque outro, deixa eu aqui, eu tenho tarefa aqui, eu tenho muita coisa aqui, eu já vivo com vocês há mais de 50 anos. Tem gente aqui que era meu colega, eu fui colega da filha dele, agora sou colega do neto, vou ser colega dos bisnetos, para que me levar, eu estou tão quieto aqui, eu sou tão bonzinho, leve alguém, mas deixa eu aqui porque eu quero ficar aqui – disse.
Em outro momento de sua fala, Lula disse crer em Deus e justificou que para viver até os 120 anos, como é a intenção dele, é preciso ter “uma causa”.
– Eu quando eu digo que eu vou viver até 120 anos de idade, não é só porque eu creio em Deus e porque eu gosto da vida, é porque se a gente não tiver uma causa, se a gente não construir uma causa e a gente não tentar brigar por aquela causa, a gente não. Nada – completou.
Com informações Pleno News
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Veículos elétricos têm 79% mais problemas que outros carros, conforme a última pesquisa anual de confiabilidade automotiva da Consumer Report. Mas a questão não é realmente por serem elétricos, disse Jake Fisher, diretor do centro de testes automotivos do grupo.
Os problemas surgem porque os carros elétricos são, na sua maioria, modelos novos, e os automóveis recentemente introduzidos tendem a ter mais problemas, independentemente do que os impulsiona.
As montadoras não tiveram anos para resolver todos os problemas, como acontece com os modelos que vêm sendo produzindo há mais tempo.
Além disso, os veículos elétricos tendem a ser modelos de preço mais alto, com recursos tecnológicos mais sofisticados, desde sensores de segurança adicionais até mais dispositivos e acessórios. Todos esses recursos sofisticados apresentam mais oportunidades para que algo dê errado.
“Se você observar os veículos elétricos, eles tendem a ser muito carregados com novas tecnologias, todos os aparelhos e telas mais recentes”, disse Fisher.
Os proprietários também relatam problemas com baterias e carregamento, mas isso é, em grande parte, resultado da novidade desses veículos, disse Fisher. Não é que a tecnologia seja inerentemente problemática.
“Se todos os fabricantes estivessem construindo carros elétricos por 100 anos e, de repente, um deles decidisse construir um motor de combustão interna com uma transmissão, haveria muitos problemas”, afirma o especialista.
A Consumer Reports pesquisa anualmente com seus assinantes sobre suas experiências com 330 mil veículos individuais. Os resultados são calculados com base nos dados combinados dos três anos mais recentes.
Para modelos muito novos, os dados de confiabilidade anteriores do fabricante, em geral, podem ser usados para complementar as informações.
As picapes elétricas, em particular, tendem a se sair pior na pesquisa de confiabilidade. Isso se deve ao fato de elas estarem no grupo de dois tipos de veículos particularmente não confiáveis, os elétricos e as picapes.
No entanto, nem todos os veículos elétricos são tão pouco confiáveis, segundo os dados da pesquisa.
O Tesla Model 3 e o Model Y, bem como o Ford Mustang Mach-E, por exemplo, têm confiabilidade média esperada. O Nissan Ariya e o Hyundai Ioniq 6 têm confiabilidade esperada melhor do que a mediana.
Os modelos menos confiáveis, em média, foram os híbridos plug-in. O motivo disso é que, com motores a gasolina, motores elétricos e sistemas de carregamento, eles são vulneráveis a todas as coisas que podem dar errado em um veículo a gasolina ou elétrico.
Os híbridos que não são conectados à tomada, por outro lado, foram os veículos mais confiáveis de todos. Isso se deve, na maioria, às empresas que os fabricam, como Toyota, Honda, Hyundai e Kia, pontua o especialista.
Com informações CNN
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Inicia onde termina a Av. Santos Dumont, precisamente, na Rua Rio Grande do Norte e desce, passando por vários prédios comerciais, residenciais, que os tornam mais bonita, inclusive o Banco Bradesco, Centro Cultural, até a Farmácia Santa Maria II, confrontando com a Rua Afonso Pena.
AUGUSTO DE ARAÚJO TEIXEIRA, o seu Patrono, foi um grande comerciante e industrial, dedicado ao beneficiamento do arroz. Casado com Teonília Ramos Teixeira, carinhosamente chamada de LALA RAMOS, homenageada como a escola que leva o seu nome.
Atuava em hostes políticos opostas à linha seguida pelo Coronel Sebastião Archer, tendo este, proibido a passagem de veículos pertencentes a Augusto Teixeira pelo Caminho – S. Silva, que mais tarde, tornou-se a rua do mesmo nome.
Lembramos que a estrada foi construída pelo Coronel Sebastião Acher, que lhe dava o direito de tráfego, mediante Contrato de Privilégio, assinado com a Prefeitura, em 27 de novembro de 1918, contrato idêntico, que obtivera a empresa S. Silva, representada pelo seu gerente – Sebastião Acher, permitindo-lhe melhorar o tráfego no caminho da Boiada hoje denominada a aprazível Avenida Augusto Teixeira.
Por Professor Carlos Gomes
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As cidades, grandes ou pequenas que sejam, têm seus acontecimentos e pessoas que fizeram suas histórias e continuam fazendo.
Pretendo com este escrito, divulgar para conhecimento dos amantes da leitura, principalmente dos estudantes, esses benfeitores da história de nossa querida Codó, mesmo não estando em ordem cronológica.
- O Intendente (Prefeito) Honorino Silva, adquiriu em 1911, por compra à Irmandade de Nossa Senhora da Conceição o Cemitério Central da Cidade. Este feito ocorreu no seu primeiro mandato. Na sua segunda gestão (1909-1919) inaugurou a luz elétrica, em 19 de março de 1919.
- O terreno onde se encontra instalada a sede da Prefeitura, esta sede foi construído, nos idos dos anos de 1931/1932 pelos Prefeitos Domingos Ramos Pires, Gentil Silva e Fernando Bastos Ribeiro. Este terreno foi adquirido de Sebastião Archer da Silva, em 19 de setembro de 1931, conforme escritura lavrada pelo Tabelião Laudelino Freitas e registrada no Livro K, fls 94/95.
- O Presidente Afonso Augusto Moreira Pena ( Afonso Pena ), eleito Presidente da República, quadriênio 1906-1910, visitando o Nordeste passou pelo Maranhão, inclusive visitou Codó, viajando a bordo do navio gaiola São Salvador. Com sua comitiva foi recebido festivamente na rampa da Igreja Matriz pelas autoridades que o esperavam, foi saudado pela banda de música do mestre Alcides Oliveira. A sociedade codoense o recepcionou na residência do Sr. Cândido Costa.
- Duque de Caxias, nomeado Governador da então Província do Maranhão, pelo Imperador Dom Pedro II, tendo entre suas atribuições, pacificar a Guerra da Balaiada. Conhecidos os focos onde se amotinavam os insurretos e já aplacados os seus ânimos, dirigiu-se a Caxias, viajando em barcaça, singrando as águas do Rio Itapecuru. Foi uma viagem com grandes dificuldades, devido o leito do Rio. Chegando a Codó, permaneceu os dias 1° e 2 de novembro de 1841. Assistiu às missas dos dias 1° e 2 de novembro, após assistí-las, foi para Caxias, viajando à cavalo.
- Fausto dos Santos, codoense, nasceu no dia 28 de fevereiro de 1905. Desde cedo, destacou-se jogando futebol com os colegas de sua época, nos famosos campinhos de várzea. Em 1926 foi para o Rio de Janeiro e não demorou, foi convidado para jogar Clube Bangu, atuou em outros clubes, inclusive no Vasco da Gama, onde foi descoberta a sua genialidade futebolística, que ensejou a jogar na Seleção Brasileira, Copa do Mundo de 1930. Excursionou pela Europa, jogou no Barcelona e em outros clubes. Ainda sobre Fausto dos Santos, no sentido de dirimir dúvidas. Existe no Bairro Codó Novo a Rua Fausto de Sousa, não está certo. Com objetivo de homenagear o craque codoense, o prefeito Ricardo Archer, através da Lei 1319 de 08/10/2003, criou as Comendas Municipais, entre elas, a Fausto dos Santos, que homenageia Codoenses ou não Codoenses, que se destacam no meio esportivo.
- Antonio Almeida Oliveira, nasceu no município de Codó, na fazenda Sito do Meio, a 17 de outubro de 1843. Foi promotor da Comarca de Guimarães neste Estado. Deputado Geral, pela Província do Maranhão. Ministro da Marinha no Gabinete Lafayette. Presidente da Província de Santa Catarina. Grande escritor, jornalista dos mais conceituados. Pelo seu indiscutível saber literário, foi escolhido Patrono da Cadeira numero 1° da Academia Maranhense de Letras. É Patrono também da Associação Cultural Codoense – Antonio Almeida Oliveira.
- Bispo Codoense – José Carlos Melo nasceu no dia 04 de junho de 1930. Seus pais José Maria Carmelita de Melo e Ângela da Cunha Melo. Os estudos iniciais no colégio Colares Moreira na sua terra natal. Sua ordenação Sacerdotal ocorreu em 31 julho em 1955. Foi nomeado Bispo auxiliar do Cardeal Lucas Moreira Alves, em 10 julho de 1991. Finalmente, 31 de maio 2000 tomou posse como Arcebispo de Maceió, capital de Alagoas.
- A agência do Banco do Brasil foi inaugurada em 1943. Seu primeiro gerente, o Sr. Vicente Orlando Marinho, aqui chegando no inicio daquele ano, com a missão de alugar um prédio para o primeiro banco a se instalar em Codó. O prédio alugado era à Rua Afonso Pena, de propriedade do empresário Miguel Zaidan. Antes da instalação do banco nesta cidade, esta casa de crédito teve como correspondente em Codó, o conceituado empresário Miguel Gerude até setembro 1943.
- O Hino de Codó. Letra e música de autoria da Professora Luiza D`lly Alencar Oliveira, no ano de 1975. Este hino exulta como canção maior, a beleza e a grandeza das tradições Está oficializado pela Lei municipal N° 1265 de 15 de abril de 2002. Para quem não sabe, a ilustre professora é natural da cidade piauiense – Água Branca. Por seus relevantes serviços prestados à comunidade codoense, recebeu o Título de Cidadã Codoense, conforme Lei N° 1175 de 11 de abril de 2000.
- Codoenses que Governaram o Estado do Maranhão: Arthur Quadros Collares Moreira, foi Promotor Público, Juiz Municipal, Deputado Estadual, Desembargador. Assumiu o Governo do Estado em 25 de maio de 1908 até 25 de fevereiro de 1909. Em Codó é homenageado com o seu nome inscrito no prédio do Fórum Eleitoral. Godofredo Mendes Viana nasceu em 14 de julho de 1878, foi professor, Juiz, Senador da República em 1921. Renunciando a Senatória, assumiu o Governo do Estado, realizando importantes obras que dignificaram a sua gestão. José Maria Magalhães de Almeida ( Magalhães de Almeida ) eleito para o quadriênio 1926-1930. Cumpriu seu mandato integralmente, foi um Governador dinâmico. Além de suas características de bom governante, foi também Deputado Federal 1921-1924, Senador da República e Oficial da Marinha. Antonio Arnaldo Alves de Melo ( Arnaldo Melo) político, foi Deputado Estadual durante seis mandatos consecutivos, ocupou o cargo de Secretário de Estado de Desenvolvimento das Cidades do Maranhão. Em primeiro de fevereiro de 2011 foi eleito Presidente da Assembléia Legislativa do Maranhão. Nestas condições assumiu interinamente o Governo do Estado no período de 10 de dezembro de 2014 a 1° de janeiro de 2015, quando entregou o cargo para o Governador eleito Flavio Dino em 1° de janeiro de 2015.
- Congresso Eucarístico em Codó. Nos 50 anos de emancipação política ( 1946), foi realizado o Congresso Eucarístico. Acontecimento religioso da mais alta relevância, realçando sobremaneira as festividades alusivas ao cinquentenário de Codó. O Cônego Osmar Palhano de Jesus, Pároco da cidade foi o principal articulador deste memorável evento na terra codoense. Era prefeito de Codó o Sr. Jamil Murad. Codó hospedou durante o Congresso Autoridades Eclesiásticas Maranhenses: O Senhor. Vigário Capitular, o Senhor José Maria Lemercier, o Senhor Bispo de Caxias Dom Luís Gonzaga da Cunha Marelim, o Senhor Prelado de Pinheiro Monsenhor Afonso Ungarelli. E, para que se mantenha viva a sua realização em Codó, foi erigido à época um Cruzeiro / Altar – Monumento, na Praça do antigo Cinema, que continua atravessando o tempo como símbolo da Fé e da Cristandade.
- Município de Dom Pedro antigo Povoado Mata do Nascimento, encravado do município de Codó, teve como primeiro colonizador Manoel do Nascimento, homem simples, muito trabalhador que ali chegou em 1915. Dois anos mais tarde, 1917, chegou ali também Manoel Bernardino de Oliveira trabalhador demonstrando características de um grande líder. Esses dois colonizadores, trabalhando conjuntamente, contribuíram para melhoria dos moradores. Entretanto esse trabalho conjunto demorou pouco, em razão de discordância, gerando conflitos, chegando ao conhecimento do Governador do Estado Sr. Eugenio Barros, que em razão disso, sancionou a Lei N° 815 de 09 de dezembro 1952, elevando o Povoado à condição de cidade, com a denominação Dom Pedro. Era Prefeito de Codó naquela época o Sr. Waldemar Pinto da Veiga, que compareceu às solenidades de instalação do novo município maranhense, em 1° janeiro de 1953.
- O Tiro de Guerra. Instalado em Codó através da Portaria N°8747, de 31 de outubro de 1945. É um Órgão de Formação de Reserva do Exército Brasileiro, possibilitando aos jovens convocados a prestarem o Serviço Militar no seu próprio Município. O TG de Codó funcionou inicialmente na Rua Simeão de Macedo, nas proximidades do Bar do Péricles, depois na Praça da Bandeira, finalmente na sua sede própria (Quartel), localizada na Rua Paraíba. O seu primeiro Instrutor foi o 1° Sargento de Infantaria Osvaldo de Sousa Pires. A primeira turma iniciou a 3 de maio de 1946, composta de 20 atiradores. O importante prédio do TG foi construído e inaugurado pelo então prefeito Reinaldo Zaidan.
- A Paróquia de Codó conforme o opúsculo do Sesquicentenário da Paróquia de Codó (1835-1985), do Pe. Benedito Everton Costa, informa que era Vigário residente, o Pe. Cypriano Antonio Alves Viana. Na época da criação da Paróquia, possuía apenas uma Padroeira, Santa Rita. Na visita pastoral que o Sr. Bispo Dom Manoel Joaquim da Silveira fez a Codó, informado de que o colonizador de Codó, o Comendador Luís José Henrique, muito devoto de Santa Filomena, construiu um templo dedicada a Santa. Na oportunidade o Sr. Bispo pediu que Luís Henrique fizesse a doação da Santa, o que foi feito, sob a condição de Santa Filomena ser também Padroeira de Codó. A partir daí, a Paróquia passou a ter as duas Padroeiras – Santa Rita e Santa Filomena.
- Codoenses Membros da Academia Maranhense de Letras GODOFREDO MENDES VIANA autor de várias obras literárias. Foi ocupante da cadeira N°15. JOSÉ RIBAMAR CARVALHO ( CONEGO). Musicista, Poeta, autor de várias crônicas, articulista de jornais da capital São Luís. Ingressou na Academia Maranhense de Letras, em 1962. ALEX BRASIL, ( Alcenor Duailibe Garcia), nasceu em Codó Povoado Santos Dumont (Saco), em 28 de dezembro de 1954. Jornalista, Radialista, Autor de várias publicações literárias, o que lhe deu a condição de ingressar na Academia Maranhense de Letras, ocupando a cadeira número 30.
- Municípios maranhense com nomes de Ilustres Codoenses GODOFREDO VIANA, localizado entre os Municípios de Cândido Mendes e Luís Domingues, às margens do Oceano Atlântico. Inicialmente foi uma Colônia Agrícola, em razão do seu crescimento populacional e de sua grande produção agrícola, além de outros benefícios para seus habitantes, foi elevado à categoria de cidade, conforme Lei Estadual N° 2374 de 09 de junho de 1964. Magalhães de Almeida, localizado na região do Baixo Parnaíba, distante da Capital 409 km. Inicialmente o Povoado era denominado Furo, colonizado por um pescador chamado Barnabé Pereira. Com o seu desenvolvimento chegou ter nova denominação de Porto de Santo Antonio, esse Povoado era distrito de São Bernardo até 1937, mais só foi elevado à categoria de Município no dia 1° de outubro de 1952.
Tem mais…. Aguardem!!!
Professor Carlos Gomes







